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Política

Gilmar Mendes nega pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro feita por advogado de fora do caso

Ministro alegou que o pedido não pôde ser analisado por ter sido feito por um advogado que não faz parte da defesa do ex-presidente

17 jan 2026 - 11h02
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Resumo
Gilmar Mendes, do STF, negou pedido de habeas corpus para prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, feito por um advogado não pertencente à sua defesa oficial.
Gilmar Mendes afirmou que não se opõe a um código de conduta no STF, mas sustentou que qualquer discussão deve partir dos próprios ministros e sem pressões externas.
Gilmar Mendes afirmou que não se opõe a um código de conduta no STF, mas sustentou que qualquer discussão deve partir dos próprios ministros e sem pressões externas.
Foto: Wilton Junior/Estadão / Estadão

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, negou o habeas corpus pedindo para que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fosse para prisão domiciliar. O recurso foi feito por um advogado que não faz parte da defesa do político. A informação é da CBN. 

O HC foi apresentado por Paulo Emendabili Sousa Barros de Carvalhosa, na qual questionava decisões anteriores do ministro Alexandre de Moraes. Neste sábado, 17, Gilmar afirmou que não seria possível analisar o pedido, porque ele havia sido realizado por um profissional que não faz parte da defesa do ex-mandatário. 

O caso foi analisado por Gilmar depois que Moraes se declarou impedido de analisar o requerimento, devido a uma questão regimental. "Uma vez que a autoridade apontada como coatora no presente habeas corpus é o próprio ministro responsável pela análise das urgências no período, inviável a apreciação dos pedidos formulados por esta vice-presidência", escreveu na decisão.

Moraes exerce interinamente a presidência da Corte durante o recesso do Judiciário, que segue até o dia 31 deste mês. Portanto, ele só responde pelas questões urgentes. 

Bolsonaro foi condenado, em setembro, a 27 anos e três meses de prisão por conspirar para um golpe de Estado com o objetivo de se manter no poder após perder as eleições de 2022 para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi transferido da Superintendência da PF em Brasília, onde estava custodiado, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi transferido da Superintendência da PF em Brasília, onde estava custodiado, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Foto: Wilton Júnior/Estadão / Estadão

Ele foi preso em 22 de novembro do ano passado, por decisão de Moraes, e ficou detido na superintendência da Polícia Federal em Brasília, até esta quinta-feira, 15, quando foi transferido para a Papudinha, também na capital federal.

Fonte: Portal Terra
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