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Homenagem a Lula abre desfiles do Carnaval do Rio de Janeiro

Apresentação exaltou petista e retratou Bolsonaro como palhaço

16 fev 2026 - 10h07
(atualizado às 10h24)
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Uma homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputará a reeleição em outubro de 2026, marcou o primeiro dia de desfiles do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, na Marquês de Sapucaí.

A trajetória do mandatário de 80 anos foi tema da escola Acadêmicos de Niterói na passarela do samba na noite de domingo (15), em meio a críticas da oposição bolsonarista, que denunciou uma suposta propaganda eleitoral antecipada do petista.

O desfile da Acadêmicos de Niterói, estreante no Grupo Especial, percorreu desde o nascimento de Lula em uma família pobre de Garanhuns, Pernambuco, até seu retorno à Presidência, passando pelas dificuldades da infância, por sua atuação no movimento sindical e pela ascensão do primeiro presidente do Brasil originário da classe trabalhadora.

O petista chegou a descer na pista da Sapucaí e conversou com membros da escola de samba, porém passou a maior parte do tempo em um camarote, ao lado da primeira-dama Janja e do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, além de ministros.

Nenhum integrante do Executivo participou do desfile, após a Advocacia-Geral da União alertar para o risco de possíveis problemas com a Justiça Eleitoral.

Escola Acadêmicos de Niterói levou boneco gigante de Lula à avenida

Políticos de oposição chegaram a pedir a proibição do desfile, porém as ações foram negadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cuja presidente, Cármen Lúcia, no entanto, citou um cenário de "areia movediça" e avisou que o Carnaval não poderia se tornar veículo de "ilícito eleitoral de ninguém".

Ao som de "olê, olê, olê, olá, Lula, Lula", a Acadêmicos de Niterói levou à avenida em enorme boneco do presidente com a bandeira do Brasil enrolada no braço, enquanto o ex-mandatário Jair Bolsonaro foi retratado como o palhaço Bozo e como um presidiário com a tornozeleira eletrônica quebrada.

Já o ex-presidente Michel Temer foi representado roubando a faixa presidencial de Dilma Rousseff, em um desfile que também teve ironias contra grupos conservadores e apoiadores do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, campanha pelo fim da escala 6x1 e críticas a uma eventual anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro.

Ansa - Brasil
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