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Há 'prova cabal' de que Bolsonaro liderou ataque à democracia, diz Cármen

Ministra deu pistas de que votará por condenação

11 set 2025 - 15h39
(atualizado às 15h46)
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A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse haver "prova cabal" de que um grupo liderado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e composto por figuras-chave do governo e das Forças Armadas "desenvolveu e implementou um plano progressivo e sistemático de ataque às instituições democráticas para prejudicar a alternância de poder nas eleições e minar os poderes constitucionais".

Ministra deu pistas de que votará por condenação
Ministra deu pistas de que votará por condenação
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"Tudo me leva a concluir que há prova nos autos de uma empreitada criminosa dos réus, que se utilizaram de uma milícia digital para a propagação de ataques ao judiciário, e de uma forma muito especial ao sistema eleitoral e às urnas eletrônicas", afirmou Cármen durante julgamento na Primeira Turma do STF.

Logo no início de seu voto, a ministra apontou que o Brasil enfrentou, a partir de 2021, uma série de práticas "espúrias" para romper o regime democrático após quase 40 anos do fim da ditadura.

Segundo Cármen, essas ações "semearam o grão maligno da antidemocracia", culminando na insurreição bolsonarista de 8 de janeiro de 2023, que "não foi um acontecimento banal depois de um almoço de domingo".

"O infame conjunto de acontecimentos ocorridos ao longo de um ano e meio haveria de ter uma resposta no direito penal. A democracia brasileira não se abalou, e agora a hora é de julgamento", afirmou. .

Ansa - Brasil
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