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Defesa nega participação de ex-diretor do Banco Rural na concessão de empréstimos a empresas de Valério

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Daniela JinkingsRepórter da Agência BrasilBrasília - Adotando a mesma linha de defesa de outros executivos do Banco Rural, o advogado Maurício de Oliveira Campos Júnior, defensor do ex-diretor da instituição financeira Vinícius Samarane, negou a participação de seu cliente na concessão e renovação de empréstimos às empresas de Marcos Valério e ao PT. Ele foi o segundo advogado a fazer sua sustentação oral hoje (8), no Supremo Tribunal Federal, que julga os réus do processo do mensalão.Campos Júnior também refutou o argumento do Ministério Público Federal (MPF) de que esses empréstimos eram fictícios. De acordo com ele, as concessões foram aprovadas por José Augusto Dumont, vice-presidente do banco em 2003, e as renovações subsequentes foram aprovadas por diversos diretores do banco. ''Os contratos eram formais, a perícia isso atesta. Do ponto de vista de Vinícius, não era nem diretor. Pertencia a área de controle interno. Não votou em contratos de concessão nem na renovação.''O Banco Rural concedeu três empréstimos: de R$ 19 milhões à SMP&B, de R$ 10 milhões à Graffiti e de R$ 3 milhões ao PT. Segundo Campos Júnior, o MPF destacou apenas três concessões de empréstimos em um universo de milhares feitas pelo banco. ''O banco Enfrentou um furacão que não causou prejuízo a quem quer que seja. O excesso da acusação parece evidente. Arrasta-se para esse processo pessoas que não se encontram no tempo dos fatos imputados no tempo da denúncia.''Samarane, que era diretor estatutário de controle interno na época das denúncias, atualmente é vice-presidente do Banco Rural. No processo do mensalão, ele responde pelos crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e evasão de divisão.De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF), Samarane faz parte do chamado núcleo financeiro, que também era integrado por José Augusto Dumont (que morreu em acidente de carro, em 2004), Kátia Rabello, José Roberto Salgado e Ayanna Tenório, principais dirigentes do Banco Rural à época da denúncia do mensalão.Edição: Lana Cristina

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