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Criminosos usam a tecnologia para burlar biometria facial e aplicar golpes; saiba como se proteger

Novo golpe já foi registrado pela Febraban e normalmente vem acompanhado de promessas de benefícios

6 jun 2025 - 13h23
(atualizado às 14h43)
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Resumo
Criminosos utilizam selfies para burlar biometria facial e aplicar golpes financeiros; proteja-se não compartilhando fotos ou dados sensíveis e utilize autenticação em dois fatores.

A Febraban (Federação Brasileiros de Bancos) anunciou, no início deste ano, a existência de um novo golpe, conhecido como "Golpe da Selfie", no qual criminosos utilizam da imagem de pessoas reais para burlar biometrias faciais.

Golpistas têm entrado em contato com pessoas, geralmente se passando por representantes de bancos, empresas ou programas sociais, e solicitam uma selfie sob o pretexto de validar identidade, liberar benefícios ou evitar bloqueios de contas.

Com essa foto, eles conseguem ter acesso a contas bancárias, realizar transferências fraudulentas e até mesmo solicitar empréstimos em nome da vítima.

Normalmente, idosos ou pessoas em necessidade financeira são mais visadas nesse tipo de fraude, já que os criminosos utilizam da situação sensível dessas pessoas para conquistar sua confiança e aplicar os golpes.

Foto meramente ilustrativa de mulher fazendo selfie
Foto meramente ilustrativa de mulher fazendo selfie
Foto: Surprising_SnapShots/Pixabay

Para ter certeza que você não será vítima, ceritifique-se de que você não está passando informações cruciais da sua intimidade -- como CPF, endereço, RG.

Os golpistas pedem por selfies para reivindicação de prêmios e isso também pode ser identificado. Nenhuma instituição financeira irá te pedir fotos para comprovar informações sem ser nos próprios aplicativos.

Além disso, uma opção que pode proteger os usuários é a autenticação de dois fatores, disponível na imensa maioria dos aplicativos que guardam informações pessoais.

Agora, se você já foi vítima, o mais correto é bloquear suas contas, cartões e todas as fontes de informação e dinheiro, além de registrar o ocorrido por meio de um boletim de ocorrência (B.O.) com a Polícia.

Com os dados do B.O., você poderá entrar em contato com as empresas em que você foi vítima de alguma movimentação e pedir pela solução do problema e cancelamento das operações fraudulentas.

Fonte: Redação Terra
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