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Com nova remuneração do FGTS é como se trabalhador participasse do lucro de uma empresa, diz Temer

10 ago 2017
16h46
atualizado em 15/8/2017 às 17h38
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O presidente Michel Temer disse que a nova remuneração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e os recursos que serão depositados no fundo pela Caixa Econômica Federal representam como se os trabalhadores tivessem participação no resultado de uma empresa.

 Temer durante cerimônia em Brasília
 10/8/2017 REUTERS/Adriano Machado
Temer durante cerimônia em Brasília 10/8/2017 REUTERS/Adriano Machado
Foto: Reuters

Minutos antes, o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, disse que a nova sistemática elevará a remuneração do FGTS em 2017 de 5,11 por cento para 7,14 por cento.

O sistema prevê a distribuição de parte dos resultados dos investimentos do FGTS aos trabalhadores. Na prática, metade do lucro líquido de 14,55 bilhões de reais obtidos pelo fundo em 2016, 7,28 bilhões de reais, serão repassados a 88 milhões de trabalhadores, segundo a Caixa.

"É como se os trabalhadores estivessem tendo participação nos resultados de uma empresa", disse Temer, em cerimônia no Palácio do Planalto.

"O que melhor explicando, esses 7 bilhões de reais que entram nas contas de cerca de 80 milhões de brasileiros, antes isso não ocorria, ia para outras atividades e hoje uma parcela dessa verba vão indo para a conta dos trabalhadores", acrescentou.

O presidente ressaltou ainda que, com a nova metodologia, o rendimento do FGTS ficará neste ano acima da inflação, o que não acontecia há 11 anos.

Em seu discurso, Temer também destacou que o governo não mente para o povo brasileiro e toma medidas indispensáveis.

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