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SP: cover do Ozzy Osbourne canta hino em ato contra Dilma

Conhecido como FerOzzY CoheN subiu em trio elétrico e gritou palavras de ordem contra a presidente

13 abr 2015 - 15h51
(atualizado em 13/4/2015 às 11h56)
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Os moradores de Bauru, no interior de São Paulo, mais uma vez foram pra rua para protestar contra as denúncias de corrupção no Brasil e para pedir o impeachment do governo Dilma Rousseff. E uma figura incomum se destacou no alto do trio elétrico: o cantor e compositor FerOzzY CoheN, cover do roqueiro Ozzy Osbourne. Ele cantou o hino nacional e entoou palavras de ordem.

<p> FerOzzY CoheN foi convidado a falar no trio elétrico</p>
FerOzzY CoheN foi convidado a falar no trio elétrico
Foto: Talita Zaparolli / Especial para Terra

Diferentemente da participação mais discreta no primeiro protesto, desta vez o cantor e compositor Luiz Fernando Izar, o Ozzy cover, foi convidado pelos organizadores a subir no trio elétrico. “É hora de dizermos não ao governo federal, não à impunidade. Dilma não está preparada para ser nossa governante”, bradou ele.

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O comerciante Glauber Lima foi à manifestação com nariz de palhaço acompanhado da esposa, assim como no dia 15 de março. Para ele as promessas de campanha da presidente Dilma Rousseff não condizem com o atual trabalho dela. “A gente tá aí pra tentar fazer alguma coisa, sei lá se pode conseguir o impeachment dela, o povo tem que se movimentar tentar alguma coisa, mudar tudo isso aí”, afirmou.

De acordo com a Polícia Militar, a manifestação deste domingo de manhã reuniu 7 mil pessoas na Avenida Getúlio Vargas, uma das principais da cidade. Com camisetas verde-amarelas, cornetas, cantando o hino nacional e repetindo gritos de ordem como “fora Dilma” a manifestação seguiu pacífica por todo o trajeto.

O comerciante Paulo Eduardo Ladeira, um dos organizadores da manifestação em Bauru, afirmou que estava mais uma vez surpreso com a adesão das pessoas. “A gente estava trabalhando com um número menor realmente, talvez 5 ou 6 mil pessoas. Primeiro pela proximidade dos dois eventos, muita gente acaba não vindo, tem também aqueles que tem a sensação de dever cumprido e é isso que a gente não deve ter como brasileiros”, afirmou.

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De acordo com Ladeira, a ideia é continuar insistindo e trabalhando quantas vezes for necessário para que haja mudanças. “Vamos aguardar a manifestação nacional, para que a gente veja primeiro como vai repercutir essa perante o governo e se não conseguimos atingir nossos objetivos, vamos aguardar nova data nacional pra gente organizar o próximo”, adiantou.

Os manifestantes marcharam por um trajeto de aproximadamente dois quilômetros por cerca de uma hora. Muitas famílias, crianças e idosos aderiram ao chamado nacional e o clima foi pacífico. O ponto de adesão foi novamente em frente a delegacia da Polícia Federal e o grupo seguiu até a Praça Portugal.

Ao contrário do que aconteceu no primeiro ato antigoverno, o prefeito de Bauru, Rodrigo Agostinho (PMDB), que naquele dia recebeu das mãos dos participantes o pedido de impeachment, não participou desta vez. Na ocasião ele chegou a sofrer pressão dentro do próprio partido, o mesmo do vice-presidente da República, Michel Temer.

Fonte: Especial para Terra
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