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SP: casal diz que trava falhou em brinquedo do Hopi Hari

28 dez 2012 - 15h10
(atualizado às 15h27)
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Um casal reclama que a trava de segurança da montanha-russa do parque de diversões Hopi Hari de Vinhedo (SP) se soltou na noite de quinta-feira. Segundo os jovens, para evitar a queda da garota, o rapaz teve que segurar o dispositivo com uma das mãos e machucou o punho. Eles registraram um boletim de ocorrência (BO) na Polícia Civil da cidade. O parque afirma que não encontrou nenhum problema na atração. Em fevereiro deste ano, uma adolescente morreu ao cair de um dos brinquedos do local.

Veja acidentes  em parques de diversões

Segundo o BO, o problema foi notado assim que o equipamento foi acionado e a montanha-russa estava em movimento na metade do caminho. Eles perceberam que havia uma folga entre o brinquedo e o corpo da moça. Ela teria entrado em pânico já que não havia como o trajeto da montanha-russa ser interrompido.

 
Após o fim do percurso da montanha-russa, o casal foi atendido pelos socorristas do parque e depois encaminhado a um hospital em Jundiaí. A garota estava muito nervosa e o rapaz foi medicado. Na sequência, ambos foram liberados. A assessoria de imprensa do Hopi Hari divulgou uma nota sobre o ocorrido:
 
“Hopi Hari informa que, a partir da impressão manifestada pela visitante, a equipe técnica do parque verificou as travas da atração e não encontrou qualquer problema. Em seguida, a atração foi liberada e funcionou até o final do dia, sem qualquer manifestação semelhante de outros visitantes. Ainda ontem, a Polícia Civil concluiu a perícia técnica na atração e não encontrou nenhum problema.
 
As atrações de Hopi Hari são certificadas pela empresa alemã TUV SÜD, maior certificadora de parques temáticos do mundo. O Hopi Hari também é o primeiro parque temático do Brasil a obter certificado ISO 9001”. 
 
Adolescente caiu e morreu em fevereiro
Um acidente com morte provocou a interdição do Hopi Hari em fevereiro deste ano. A estudante japonesa Gabriella Nichimura, 14 anos, filha de uma brasileira, caiu do brinquedo Torre Eiffel. A adolescente faleceu no local. La Tour Eiffel, como é batizado o equipamento, simula uma queda livre de 70 m - o que corresponde à altura de um prédio com 23 andares. 
 
Gabriela ocupava a cadeira do canto e estava acompanhada do pai, da mãe e de uma prima. De acordo com laudos oficiais, somente a trava do acento ocupada por ela se abriu e a adolescente despencou com o rosto no chão. Ela teve múltiplas fraturas e não resistiu.
 
O caso está na Vara Criminal de Vinhedo e o Ministério Público pediu a Justiça o indiciamento de 12 pessoas dentre elas o vice-presidente do Hopi Hare, técnicos e funcionários operadores do brinquedo. A família também pede uma indenização por danos morais e materiais de R$ 4,6 milhões. 
 
Por causa do acidente na Torre Eiffel o Ministério Público Estadual e MP Defesa do Consumidor formalizaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e solicitou a interdição do Hopi Hari por 30 dias para uma vistoria geral para o cumprimento de 
Fonte: Terra
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