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Sobe para 17 o número de mortos em naufrágio de barco no Amapá

14 out 2013 - 20h55
(atualizado às 20h56)
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A embarcação, que estava alugada para o Sindicato dos Servidores Públicos Federal Civis no Estado do Amapá (Sindsep), transportando aproximadamente 60 pessoas, tombou repentinamente e naufragou rapidamente. A Capitania dos Portos do Amapá informou que o barco afundou quando retornava à cidade de Santana, a cerca de 20 quilômetros de Macapá, depois de realizar o percurso da procissão fluvial em comemoração ao Círio de Nazaré
A embarcação, que estava alugada para o Sindicato dos Servidores Públicos Federal Civis no Estado do Amapá (Sindsep), transportando aproximadamente 60 pessoas, tombou repentinamente e naufragou rapidamente. A Capitania dos Portos do Amapá informou que o barco afundou quando retornava à cidade de Santana, a cerca de 20 quilômetros de Macapá, depois de realizar o percurso da procissão fluvial em comemoração ao Círio de Nazaré
Foto: EFE

Subiu para 17 o número de mortos no naufrágio do barco Capitão Reis 1, que afundou na manhã de sábado, em Macapá (AP), ao fim da procissão fluvial do Círio de Nazaré. Segundo o secretário de Comunicação do Estado, Carlos Henrique Schmidt, duas pessoas seguem desaparecidas.

Relembre naufrágios que chocaram o Brasil

Das 17 vítimas, 16 já foram identificadas. A última vítima localizada não constava na lista de passageiros divulgada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Federais do Amapá, que havia alugado o barco. Segundo o secretário, possivelmente a vítima seja um dos tripulantes da embarcação, já que seu corpo foi encontrado quando o barco foi içado.

As buscas foram novamente interrompidas na noite desta segunda-feira, devido à falta de visibilidade, e devem ser retomadas na manhã de terça-feira.

O barco Capitão Reis 1 foi alugado pelo Sindicato dos Servidores Públicos Federais Civis no Estado do Amapá (Sindsep) e, segundo o governo estadual, transportava cerca de 60 pessoas, o que excedia o limite de passageiros da embarcação. De acordo com a Capitania dos Portos, o barco foi vistoriado antes de partir para o evento, quando foram confirmadas as condições regulares da embarcação e o número de 40 passageiros e três tripulantes a bordo, o que não ultrapassava o limite.

Segundo as testemunhas, o barco tombou repentinamente e naufragou rapidamente próximo ao Igarapé das Pedrinhas, no Amapá, quando retornava à cidade de Santana, a cerca de 20 quilômetros da capital.

Após o acidente, duas lanchas do Corpo de Bombeiros que acompanhavam a procissão foram imediante acionadas e, com o apoio de outras embarcações, resgataram as primeiras vítimas. A pedido do próprio sindicato, dois bombeiros estavam a bordo do Capitão Reis 1.

Estado de prontidão

Durante o final de semana, a Secretaria estadual de Saúde determinou estado de prontidão em todas as unidades públicas e privadas de Macapá e de Santana. Equipes de emergência do Hospital de Pronto-Socorro Oswaldo Cruz receberam o reforço de três médicos do Corpo de Bombeiros e das equipes do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). Servidores que estavam de folga foram convocados para atender à emergência. Até a noite de sábado, 16 feridos foram atendidos nos hospitais Oswaldo Cruz e de Santana. Segundo o governo estadual, a maioria dos sobreviventes não precisou de socorros médicos.

A Capitania dos Portos instaurou inquérito para apurar as causas do acidente. Já a Delegacia Geral de Polícia do Amapá adiantou que vai instaurar inquérito para apurar as responsabilidades pelo naufrágio.

Fonte: Terra
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