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RJ: Justiça ordena que galo fique trancado das 22h às 6h

27 out 2010 - 04h56
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O galo Natal vai ganhar, dentro de 40 dias, um galinheiro e perderá a liberdade de ciscar, das 22h às 6h, no quintal no casarão da Rua Santa Clara, em Copacabana. Alvo de queixa de um vizinho, que reclamou do canto do animal, o caseiro Elson Pereira Brasiliense, 64 anos, saiu ontem da audiência conciliatória no 4º Juizado Especial Criminal (Jecrim), no Leblon, com a promessa de construir o espaço, onde a ave ficará presa, em companhia de duas galinhas.

"Isso não significa que ele vai parar de cantar até porque não podemos construir um galinheiro com proteção acústica", brincou o advogado de Elson, Leandro Nunes.

"Não gostei da ideia de mantê-lo preso, mas vou cumprir com a minha palavra", declarou o caseiro, contando que o vizinho incomodado levou a gravação com o canto do galo. "Mas o conciliador não quis ouvir", disse Leandro.

A permanência de Natal em Copacabana agradou aos moradores. "Pensei que a Justiça determinaria que o galo fosse despejado", comentou o comerciante Umberto Silva. Autor de abaixo-assinado com 150 nomes pela permanência do animal, Umberto contou que a história servirá de enredo para o bloco Galo da Santa Clara, que será lançado ano que vem.

"O sambinha já tem até o refrão: 'Quiseram calar o galo que o amigo me deu. Apesar da bordoada, o meu galo não morreu'", adiantou ele. O denunciante e morador do prédio em frente, Cesar Tadeu Calafiori Catharino, não foi encontrado para comentar a decisão.

Fonte: O Dia
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