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RJ: governo federal libera verba para vítimas da chuva na Baixada

12 dez 2013 - 22h37
(atualizado às 22h46)
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A diocese de Nova Iguaçu divulgou uma campanha de arrecadação e já começou a receber donativos, que serão repassados aos necessitados
A diocese de Nova Iguaçu divulgou uma campanha de arrecadação e já começou a receber donativos, que serão repassados aos necessitados
Foto: Daniel Ramalho / Terra

O secretário de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, coronel Sérgio Simões, disse nesta quinta-feira que a Secretaria Nacional de Defesa Civil liberou R$ 4 milhões para a assistência humanitária, como a compra de 3 mil cestas básicas, kits de emergência e higiene para as prefeituras dos municípios da Baixada Fluminense atingidos pelo temporal dos últimos dias. De acordo com ele, caminhões do Exército estão se deslocando de São Paulo para o Estado trazendo as cestas básicas para as famílias afetadas.

Em função da situação de emergência decretada no município de Queimados, na Baixada Fluminense, a Secretaria Municipal de Educação suspendeu as aulas das escolas públicas, cujo fim do período letivo estava previsto para ocorrer na próxima terça-feira (17).

As escolas já haviam terminado suas avaliações finais e estavam em período de recuperação. Na próxima segunda-feira (16), os professores se reunirão para fazer uma avaliação qualitativa dos alunos que precisavam das notas recuperativas. As aulas serão repostas uma semana antes do início do ano letivo, previsto para o começo de fevereiro de 2014. A medida preventiva vai atingir os mais de 14 mil alunos da rede municipal de ensino.

Os prejuízos na rede escolar passam de R$ 700 mil, entre perda de materiais e estrutura danificada. As escolas Pastor Arsênio (Bairro Vila Cristina), Carlos Pereira Neto (São Roque), Paulo Freire (Vila Americana), Nelson Carneiro (Três Fontes) e Anna Maria Perobelli (Primavera) foram as mais afetadas com abalos na estrutura e perda das mobílias.

A secretária de Educação, Miriam Motta, informou que os alunos não serão prejudicados. "Nossa equipe pedagógica decidiu que o mais seguro agora, tanto para as crianças, como para os pais é cancelar as aulas deste ano. As escolas já haviam terminado as últimas provas e estávamos agora resolvendo as pendências das crianças que precisavam da recuperação. A avaliação pendente será feita de modo qualitativo pelo professor", disse.

Agência Brasil Agência Brasil
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