Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Quem são as vítimas da queda do avião em Minas Gerais?

Empresários Marcílio Franco da Silveira e André Rodrigues Amaral, donos da empresa CredFranco, estavam na aeronave

29 jan 2024 - 13h20
Compartilhar
Exibir comentários

Um avião de pequeno porte caiu na manhã deste domingo (28) no Bairro Monjolinho, zona rural de Itapeva (MG), e deixou sete mortos. A aeronave saiu de Campinas (SP) com destino a Belo Horizonte (MG). A princípio, segundo a Polícia Civil, no avião havia cinco passageiros, sendo dois homens, duas mulheres e uma criança do sexo masculino e dois tripulantes (piloto e copiloto). Informação, posteriormente, confirmada.

Vítimas da queda do avião em Minas Gerais
Vítimas da queda do avião em Minas Gerais
Foto: Reprodução / Perfil Brasil

Quem estava no avião?

Entre as vítimas do acidente, estava Marcílio Franco da Silveira, de 42 anos, presidente da Associação Nacional de Empresas Correspondentes Bancárias (Anec). Marcílio era fundador e presidente da CredFranco e um dos fundadores da associação.

Além dele, André Rodrigues do Amaral, de 40 anos, sócio de Marcílio na Credfranco, e participante do Conselho da Anec desde a sua fundação, também estava no avião.

A CredFranco informou nas redes sociais, inicialmente, que estará de luto nesta segunda-feira (29) e prestará todo apoio aos familiares e colaboradores. A família, no entanto, ainda não divulgou os detalhes sobre velórios e homenagens às vítimas.

Ver esta publicação no Instagram

Uma publicação partilhada por CREDFRANCO (@credfranco)

Também estavam no avião Raquel Souza Neves Silveira, 40, esposa de Marcílio; Antônio Neves Silveira, 2, filho de Raquel e Marcílio; Fernanda Luísa Costa Amaral, 38, esposa de André; Geberson Henrique Tadeu Chagas Pereira, piloto; Gabriel de Almeida Quintão Araújo, 25 anos, copiloto.

Por fim, de acordo com a médica-legista da Polícia Civil, Tatiana Teles, os corpos estão no IML de Pouso Alegre. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) irá conduzir os trabalhos.

No entanto, até o momento, não foi possível fazer a identificação oficial dos corpos. "Foram encontrados documentos. Nós vamos fazer a confrontação datiloscópica com aqueles que foram possíveis ser feita a confrontação. Os demais nós vamos ver as técnicas de antropologia forense ou DNA que forem necessárias para fazer a identificação. Estes documentos existem, mas não necessariamente, são destas pessoas. [...] Não tem como fazer identificação visual porque o nível do impacto da aeronave não permite", explicou Tatiana ao g1.

 * Sob supervisão de Lilian Coelho

Perfil Brasil
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade