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Polícia prende braço direito de Minotauro, apontado como 'maior ladrão de casas de SP'

Rodrigo Matos da Silva, conhecido como Bode, teria se tornado 'espécie de liderança' do grupo após prisão do Minotauro; defesa não foi localizada

9 fev 2026 - 15h29
(atualizado às 15h57)
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A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta segunda-feira, 9, Rodrigo Matos da Silva, conhecido como Bode, que seria braço direito do Minotauro, preso em setembro de 2025 e apontado como o chefe de um grupo que teria roubado ao menos 30 residências em bairros nobres da capital, como Cidade Jardim e Morumbi.

Coletiva de imprensa da Polícia Civil de São Paulo
Coletiva de imprensa da Polícia Civil de São Paulo
Foto: Reprodução/Polícia Civil de SP / Estadão

De acordo com o delegado Ronaldo Augusto Comar Marão Sayeg, diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), Rodrigo Matos é "um criminoso violento". A defesa do suspeito não foi localizada. O espaço segue aberto.

"Uma prisão dessa enfraquece o grupo criminoso, mas não desarticula. A Divisão de Patrimônio e a 4ª delegacia continuaram a investigação para alcançar, desta vez, um executor desses crimes, que é o Bode, Rodrigo Matos da Silva, um criminoso violento que entrava na casa das pessoas, ameaçava, torturava, independente da idade, crianças, idosos", afirmou.

Segundo Sayeg, após a prisão de Diego Fernandes de Souza, de 41 anos, o Minotauro, e de Rafael Henrique Alves de Sousa, o Rafinha, Bode passou a ser uma das lideranças da quadrilha de roubos.

"Com as prisões do ano passado, ele se tornou uma espécie de liderança deste grupo criminoso", afirmou.

Minotauro e Rafinha foram presos em setembro do ano passado. Considerado o chefe da quadrilha, Minotauro já era investigado há pelo menos dois anos pelo Deic, o Departamento Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil. Ele foi localizado na comunidade Paraisópolis, vizinha ao Morumbi, na zona sul.

À época, Minotauro estava foragido por roubo, formação de quadrilha, porte ilegal de armas e outros crimes. O nome dele consta em ao menos 14 inquéritos instaurados pelas autoridades policiais desde 2016.

O outro detido, o Rafinha, também seria integrante da quadrilha. Ele foi detido pela Polícia Militar após participar de tentativa de roubo a uma casa no Morumbi.

Crimes seguiam mesmo modus operandi

Em reportagem de maio, o Estadão mostrou o modus operandi da quadrilha de Minotauro. O foco eram casas de alto padrão perto de obras ou imóveis vazios. A ação ocorria de madrugada, em bairros nobres.

Sem chamar muita atenção, criminosos fortemente armados entravam nas casas e rendiam vítimas ainda dormindo. Joias, relógios de luxo e outros itens de valor eram levados em instantes.

Estadão
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