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Polícia identifica jovem que matou médico em São Paulo

Rapaz tem 18 anos e, segundo a família, pratica crimes desde os 11

14 nov 2018 - 12h53
(atualizado às 16h41)
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SÃO PAULO - A Polícia Civil identificou na manhã desta quarta-feira, 14, o autor dos disparos que matou o médico Roberto Kikawa, no sábado 10. A polícia já solicitou a prisão do jovem.

Luciano Silva Moreira, de 18 anos, é o autor dos disparos que matou o médico Roberto Kikawa em SP, diz a Polícia
Luciano Silva Moreira, de 18 anos, é o autor dos disparos que matou o médico Roberto Kikawa em SP, diz a Polícia
Foto: Polícia Civil/ Divulgação / Estadão

Segundo Wilson Zampieri, titular do 17º Distrito Policial (DP), Ipiranga, na zona sul de São Paulo, o jovem Luciano Silva Moreira, de 18 anos, foi reconhecido pela família como um dos assassinos do médico. Ele está foragido.

De acordo com o delegado, a família do criminoso informou à polícia que Moreira pratica crimes desde os 11 anos na região do Ipiranga, Sacomã e Heliópolis.

"Segundo a mãe, Moreira está com a mesma roupa desde o dia que cometeu o crime. A mãe reconheceu o jovem pelas imagens quando caiu o capuz e as luzes no cabelo apareceram. Além disso, ela reconheceu a roupa e os tênis que Moreira usava", disse o delegado

A Polícia informou que já tem o nome do outro jovem envolvido na morte de Kikawa.

Roberto Kikawa foi assassinado na noite do último sábado, 10, no Ipiranga, zona sul paulistana. A vítima estava no próprio carro, em frente a um prédio, quando foi abordada pelos bandidos, que atiraram. Kikawa era conhecido por projetos que levavam atendimento médico à população mais pobre.

Roberto Kikawa foi fundador do projeto Carretas da Saúde, que presta atendimento médico a moradores de periferias.
Roberto Kikawa foi fundador do projeto Carretas da Saúde, que presta atendimento médico a moradores de periferias.
Foto: Renato Stockler/Divulgação/CIES / Estadão

Kikawa havia saído para jantar em uma pizzaria de Moema, zona sul, com a secretária e a filha dela. Ao deixá-las em casa, parou na frente do condomínio na Rua do Manifesto, via arborizada e com pouca iluminação. Passava das 23 horas. Ninguém viu o momento em que a dupla armada surgiu. Tudo teria acontecido em poucos minutos. "Você é 'parça'? É polícia?", perguntou um dos bandidos. Nervoso, o outro disse: "Atira nele! Atira nele!", relatam testemunhas.

A vítima não teve tempo de desafivelar o cinto: o primeiro disparo atingiu a cintura. Na fuga, os bandidos atiraram outra vez e o atingiram na axila. Ele morreu antes de chegar o resgate. A dupla fugiu sem levar nada.

Estadão
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