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Mistério em Cachoeirinha: sangue confirma elo entre desaparecidos e reforça suspeita de triplo crime

Família está sumida há 80 dias no RS, e polícia trata caso como feminicídio e duplo homicídio; policial militar é o principal suspeito

15 abr 2026 - 15h21
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O desaparecimento de uma família em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, ganha contornos cada vez mais graves. Após 80 dias sem qualquer sinal das vítimas, a Polícia Civil confirmou que o sangue encontrado na casa de Silvana Germann Aguiar, de 48 anos, pertence a ela e ao pai, Isail Aguiar, de 69 anos — ambos desaparecidos desde o fim de janeiro.

Foto: Reprodução / Porto Alegre 24 horas

Silvana foi vista pela última vez no dia 24 de janeiro. Já os pais dela, Isail e Dalmira Germann de Aguiar, de 70 anos, desapareceram no dia seguinte. Desde então, não há qualquer informação concreta sobre o paradeiro da família, que era proprietária de um mercado na cidade.

Diante das evidências, os investigadores consideram remotas as chances de encontrá-los com vida. O caso passou a ser tratado como feminicídio e duplo homicídio.

O principal suspeito é o policial militar Cristiano Domingues Francisco, que está preso preventivamente. Segundo a investigação, a possível motivação do crime envolve uma disputa pela guarda do filho que ele tem com Silvana, além de questões financeiras relacionadas ao patrimônio da família Aguiar.

As apurações também avançaram sobre outras pessoas ligadas ao suspeito. Três indivíduos passaram a ser investigados por supostamente interferirem no andamento do caso. Uma familiar do policial, que atua na área de tecnologia da informação, é suspeita de apagar dados de dispositivos eletrônicos e da nuvem, o que pode configurar fraude processual.

Outro parente teria deletado imagens de câmeras de segurança da residência da mãe do suspeito. Já uma terceira pessoa é investigada por falso testemunho, após supostamente mentir em depoimento para sustentar um álibi em favor do policial.

A defesa de Cristiano, representada pelo advogado Jeverson Barcellos, afirma que acompanha o caso e aguarda a conclusão do inquérito policial para se manifestar oficialmente.

Enquanto isso, o desaparecimento da família segue cercado de incertezas e mobiliza a atenção da comunidade local, que aguarda respostas para um dos casos mais impactantes recentes no estado.

Porto Alegre 24 horas
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