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Golpe do Chapolin: como se proteger do roubo de carro ‘astucioso’? Confira dicas

Criminosos têm utilizado um dispositivo silencioso que bloqueia o sinal para o travamento das portas do carro

8 fev 2026 - 04h58
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O Golpe do Chapolin tem se espalhado pelo Brasil e tem como alvo carros com sistemas de travamento automático
O Golpe do Chapolin tem se espalhado pelo Brasil e tem como alvo carros com sistemas de travamento automático
Foto: Reprodução/Guarda Municipal de São José (SC)

Com nome motivado pela ‘astúcia’ dos criminosos, em alusão ao bordão do personagem Chapolin Colorado, o Golpe do Chapolin tem se tornado cada vez mais frequente no Brasil. Trata-se de uma técnica criminosa feita por meio de um dispositivo eletrônico, similar a um controle remoto, que bloqueia o sinal das travas eletrônicas do carro. Isso à distância e silenciosamente. O motorista pode escutar o ‘bip’ como se o carro estivesse trancado, mas na verdade deixa as portas abertas --e torna o veículo um alvo dos ladrões. Tem como se proteger do golpe? Confira!

O básico é sempre verificar manualmente se o carro realmente está trancado. Nisso, mesmo após acionar o travamento por meio da chave, vale puxar as maçanetas para ter certeza. Para redobrar os cuidados, se notar alguma falha ou movimentação suspeita, se possível tranque o carro manualmente.

Além disso, as recomendações de segurança são as de sempre: evite deixar objetos de valor à vista dentro do veículo, dê preferência a estacionar em locais movimentados e com boa iluminação, e busque outro lugar para parar o carro caso desconfie que há algo de errado acontecendo pela redondeza. 

Já para se proteger do ‘Chapolin’, em si, não há muito o que fazer. O dispositivo é ilegal e tem sido alvo de operações policiais em diversos pontos do Brasil nos últimos anos. Por ele conseguir simular a frequência de diversos veículos, ‘atrapalhando’ o sinal que tranca o carro, a questão é mais ligada às tecnologias desenvolvidas pela indústria automotiva.

É o que explica o especialista em segurança eletrônica veicular Emerson Osvarino da Silva, que também atua na área de rastreamento veicular e coordena um grupo de estudos técnicos de rastreamento da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE). Mas, para além dos procedimentos básicos, ele cita outras dicas que podem reforçar a segurança do veículo. O golpe é muito rápido. Na correria, por mais que a pessoa esteja instruída, ela pode se tornar uma vítima por acabar esquecendo de checar manualmente se a porta fechou, por exemplo.

Pensando nessa segunda camada de segurança, o especialista evidencia dois mecanismos: os rastreadores e alarmes extras.

No caso dos rastreadores, as possibilidades são múltiplas e o mercado é amplo. Há como contratar serviços mais básicos, que literalmente tornam o carro rastreável --e, em caso de roubo, será possível localizar o paradeiro do veículo. E também há como instalar rastreadores mais complexos, como os que pedem acesso do motorista, por meio de senha ou alguma outra identificação, para que o carro ligue. 

Outro mecanismo é instalar um alarme paralelo, além do que está vinculado às portas do carro. Assim, caso aconteça de algum criminoso aplicar o golpe e conseguir ter acesso ao veículo, o alarme pode inibir sua ação.

Fonte: Portal Terra
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