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Família reconhece joias roubadas sendo vendidas em programa de TV e polícia prende criminosos

Para confirmar a suspeita, a família adquiriu oito peças ofertadas no ar, que foram entregues com nota fiscal e certificado emitido pela empresa.

8 set 2025 - 14h51
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A Polícia Civil de São Paulo (PCSP) prendeu, na última quinta-feira, 4 de setembro, um dos líderes de uma organização criminosa especializada em roubos de joias. O grupo atuava em pelo menos três estados e vinha sendo monitorado desde maio, quando uma família do município de Ribeirão Preto foi rendida em casa e teve cerca de 300 peças de joias e oito relógios de luxo levados.

Uma das joias da família sendo vendida em programa de TV.
Uma das joias da família sendo vendida em programa de TV.
Foto: Reprodução/TV Globo / Portal de Prefeitura

A investigação ganhou força após a própria vítima identificar parte das joias roubadas sendo anunciadas no programa 1001 Noites, onde costumava fazer compras. Para confirmar a suspeita, a família adquiriu oito peças ofertadas no ar, que foram entregues com nota fiscal e certificado emitido pela empresa.

"Não é coincidência. As minhas joias estavam sendo vendidas no mesmo lugar onde eu costumava comprar", relatou a vítima ao programa Fantástico, da TV Globo, exibido no domingo (7).

Durante buscas na sede do 1001 Noites, em Curitiba (PR), policiais encontraram mais itens de origem ilícita. O programa já havia sido alvo de investigação em 2009 por suspeita semelhante, mas o inquérito foi arquivado por falta de provas.

Em nota, a empresa informou que as joias comercializadas "são consignadas e provenientes de fornecedores previamente selecionados de forma rigorosa e devidamente cadastrados". O caso segue sob apuração da Polícia Civil para identificar outros envolvidos.

TH Joias

A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã da última quarta-feira, 3 de setembro, o agora ex-deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como "TH Joias", apontado como operador financeiro de um esquema milionário ligado ao tráfico internacional de drogas do Comando Vermelho (CV). De acordo com a investigação, a organização criminosa movimentou cerca de R$ 140 milhões nos últimos cinco anos.

Segundo a PF e o Ministério Público Federal, TH ostentava parte da fortuna em redes sociais e registros apreendidos, onde aparecia cercado por grandes quantias de dinheiro. Em uma das imagens, ele surge deitado sobre uma cama coberta por notas de real, cena que representaria R$ 5 milhões pertencentes a Luciano Martiniano da Silva, o "Pezão", foragido há mais de dez anos.

Portal de Prefeitura
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