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Cubatão nega novos problemas por chuvas e já tenta realojar desabrigados

27 fev 2013 - 14h23
(atualizado às 14h26)
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Moradores relataram que a água chegou no telhado das residências
Moradores relataram que a água chegou no telhado das residências
Foto: Carlos Felipe / Futura Press

A prefeitura de Cubatão (SP) garantiu não ter sofrido agravantes decorrentes da nova chuva que durou cerca de quatro horas e atingiu a Baixada Santista nesta quarta-feira. O diretor da Secretaria de Segurança Pública da cidade, Genivaldo Brandão, ainda afirmou que houve avanços para a reocupação de parte das moradias atingidas pela enchente que deixou mais de 1,5 mil desabrigados no fim da semana passada.

"Não temos registro de nenhum dano, foi uma chuva contínua, mas que não nos causou maiores problemas", afirmou. "Estamos conseguindo que algumas casas já possam ser reocupadas. Aguardamos um sinal verde da Defesa Civil, pois não existem conjuntos habitacionais para atender todas as pessoas afetadas. Levaremos esses moradores a seus lugares", completou.

A Secretaria de Habitação de Cubatão também tenta "com base no diálogo" retirar as pessoas que ocupam ilegalmente um conjunto habitacional. No local, desde domingo não há mais água nas unidades, segundo relatos de pessoas que ocuparam os apartamentos. Os prejuízos pelos arrombamentos ainda não foram calculados.

"Infelizmente, não conseguiremos essa liminar hoje (quarta-feira), então estamos conversando para que essas pessoas deixem o local pacificamente. Esperamos resolver sem o ofício de reintegração de posse", alegou.

As chuvas fortes da última sexta-feira também provocaram deslizamento de terra na rodovia dos Imigrantes, que liga a capital à Baixada Santista. A queda de barreira matou uma pessoa e atingiu 24 veículos na tarde da última sexta-feira. A via ficou bloqueada por mais de 30 horas, sendo liberada à meia-noite de domingo. Em nota, o governo de São Paulo disse que os deslizamentos e alagamentos que afetaram o Sistema Anchieta-Imigrantes foram causados por um volume de chuva três vezes superior à média.

O diretor de proteção social de Cubatão, Mohamad Abdul Rahim, já fez um apelo para a doação de "gêneros alimentícios" para as 473 pessoas alojadas nos quatro abrigos improvisados na cidade. As aulas nas escolas estão suspensas até segunda-feira.

Fonte: Especial para Terra
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