Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Crise do metanol: mais de 100 mil garrafas vazias são apreendidas em galpão clandestino em SP

Dois homens foram autuados e outras 6 mil garrafas com bebidas destiladas, sem procedência de origem, foram inspecionadas; defesas não foram localizadas

7 out 2025 - 18h06
Compartilhar
Exibir comentários

Agentes da 1ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco), da Polícia Civil de São Paulo, apreenderam 103 mil vasilhames de destilados vazios em um galpão clandestino localizado na Vila Formosa, na zona leste da capital.

Conforme a polícia, o local funcionava como uma "empresa de recicláveis", que tinha como principal fonte de comércio a venda de garrafas vazias para terceiros.

Polícia Civil de São Paulo apreende mais de 100 mil vasilhames em galpão clandestino da zona leste de São Paulo
Polícia Civil de São Paulo apreende mais de 100 mil vasilhames em galpão clandestino da zona leste de São Paulo
Foto: Secretaria da Segurança Pública de São Paulo/Divulgação / Estadão

A ação faz parte da força-tarefa do gabinete de crise criado pelo governo paulista para combater e investigar os casos de intoxicação por metanol registrados no Estado.

Até o último balanço do governo, eram 15 ocorrências confirmadas, dois óbitos (homens de 54 e 46 anos) e 164 casos em análise. A suspeita é de que as vítimas tenham se contaminado com a substância tóxica a partir da ingestão de bebidas alcóolicas adulteradas.

No galpão clandestino estavam dois homens, de 46 e 61 anos, que foram autuados e serão investigados. Eles não tiveram a identidade revelada e, por isso, não foi possível localizar a defesa de ambos.

Cerca de 103 mil vasilhames de destilados, incluindo recipientes de gin, vodca e whisky, foram apreendidos. Outras 6 mil garrafas contendo bebidas alcoólicas, mas sem comprovação de origem, também foram inspecionadas pelos agentes do Cerco.

Os produtos, conforme a polícia, não possuíam controle sanitário; e o local, sem documentação legal para funcionamento, foi interditado pela Vigilância Sanitária.

O caso foi registrado como falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de bebidas na 1ª Delegacia Seccional do Centro.

O governo aponta que, desde a criação da força-tarefa, já foram apreendidas 16 mil garrafas e 20 pessoas foram presas.

Estadão
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade