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Bombeiros focam em vazamentos do tanque incendiado em Santos

8 abr 2015 11h54
| atualizado às 12h43
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Os Bombeiros que trabalham no incêndio dos tanques da empresa Ultracargo, no bairro da Alemoa, na cidade de Santos, fazem nesta quarta-feira (8) uma operação de alto risco. Eles terão de consertar dois pontos de vazamento no único tanque que ainda pega fogo no terminal. O incêndio entra hoje no sétimo dia, mobilizando 140 bombeiros e 49 viaturas.

Combate ao incêndio em Santos chega ao sétimo dia
Combate ao incêndio em Santos chega ao sétimo dia
Foto: Luiz Santos / vc repórter

Para hoje, está prevista a chegada do Ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, em Santos, para participar de uma reunião de monitoramento. O maior risco do trabalho ocorre pela entrada de um bombeiro na área de contenção para efetuar os reparos. O conserto dos dutos, que se romperam em uma das explosões, é importante, pois os vazamentos são o que tem alimentado as chamas.

Ontem, após a descoberta dos vazamentos, os Bombeiros não combateram diretamente as chamas e se concentraram no resfriamento dos tanques. O uso de um pó químico seco cedido pela Infraero, mais eficiente no combate direto ao fogo, que estava previsto para ontem, foi adiado. O produto só vai ser usado quando esses vazamentos forem contidos. 

<p>Trabalho em Santos mobiliza 140 bombeiros e 49 viaturas</p>
Trabalho em Santos mobiliza 140 bombeiros e 49 viaturas
Foto: Marcio Tovar / vc repórter

Na terça-feira à noite, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) divulgou novos dados sobre o meio ambiente em Santos, que vem sendo monitorado. A qualidade do ar está boa na unidade de monitoramento instalada no bairro Bom Retiro, a três quilômetros do local do incêndio.

Houve morte de peixes no canal do Porto de Santos
Houve morte de peixes no canal do Porto de Santos
Foto: Luiz Santos / vc repórter

O resultado da coleta de água nos rios indicou que o teor de oxigênio dissolvido e a temperatura da água são prejudiciais para a vida aquática. Foi constatada também a presença de combustível nos rios, o que pode ter provocado a mortandade de peixes observada na região.

 

Colaboraram com esta notícia os leitores Luiz Santos e Marcio Tovar, de Santos (SP), que participaram do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui ou envie pelo aplicativo WhatsApp, disponível para smartphones, para o número +55 11 97493.4521.

Agência Brasil Agência Brasil
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