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Cão Orelha: polícia pede apreensão de passaporte de adolescente suspeito por agressão e morte do cachorro

O jovem viajou para fora do Brasil no mesmo dia em que a polícia teve conhecimento de quem eram os suspeitos do caso

7 fev 2026 - 09h07
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Resumo
A Polícia Civil de Santa Catarina pediu à Justiça a apreensão do passaporte e a internação de um adolescente suspeito de matar o cão comunitário Orelha após agressões em Florianópolis; o jovem chegou a viajar ao exterior antes de ser identificado.
Cão Orelha, animal comunitário que foi vítima de agressão em Florianópolis e precisou passar por eutanásia
Cão Orelha, animal comunitário que foi vítima de agressão em Florianópolis e precisou passar por eutanásia
Foto: Reprodução/NDTV

A Polícia Civil de Santa Catarina pediu à Justiça a apreensão do passaporte do adolescente suspeito das agressões contra o cão comunitário Orelha, que morreu em Florianópolis. O cachorro morreu em 5 de janeiro e a polícia aponta um jovem como o autor das agressões. O pedido da retenção do passaporte foi feito na sexta-feira, 6, para impedir que ele saia do país.

O cão foi encontrado ferido na Praia Brava, região turística de Florianópolis, e morreu após ser levado a uma clínica veterinária.  O adolescente viajou para fora do Brasil no mesmo dia em que a Polícia Civil teve conhecimento de quem eram os suspeitos do caso e ficou no Exterior até o dia 29 de janeiro. No retorno, ele foi interceptado pela Polícia ao chegar no aeroporto.

Conclusão das investigações

Segundo a Polícia Civil, os laudos da Polícia Científica, órgão pericial do estado, constataram que o cão sofreu uma pancada contundente na cabeça, que pode ter sido por um chute ou algum objeto rígido, como um pedaço de madeira ou uma garrafa. 

As agressões ocorreram no dia 4 de janeiro, segundo a polícia. No dia seguinte, Orelha foi resgatado por populares e morreu em uma clínica veterinária por conta dos ferimentos.

Para chegar ao autor do crime, a Polícia Civil analisou mais de 1 mil horas de filmagens na região, em 14 equipamentos que captaram imagens. Foram 24 testemunhas ouvidas, 8 adolescentes suspeitos investigados, além de provas como a roupa utilizada pelo autor do crime, que foi registrada em filmagens. 

Diante dos elementos e provas, a Polícia Civil finalizou os procedimentos policiais dos casos Orelha e Caramelo e encaminhou para apreciação do Ministério Público e Judiciário. Por conta da gravidade do caso Orelha, a Polícia pediu a internação do adolescente, que é equivalente a uma prisão de adulto. 

Fonte: Portal Terra
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