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Alckmin e Haddad lideram cenários para o Senado por São Paulo, diz Datafolha

11 mar 2026 - 11h42
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O vice-presidente Geraldo Alckmin e o ‌ministro da Fazenda, Fernando Haddad, lideram os cenários em que aparecem como candidatos a uma cadeira no Senado por São Paulo, mostrou pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira pelo jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com o levantamento, ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula ⁠da Silva estão melhores posicionados na corrida pelas duas cadeiras paulistas ‌no Senado que estarão em disputa em outubro do que nomes vinculados ao ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados.

No cenário em que ‌Haddad (PT) aparece como candidato, ele lidera com ‌30% das intenções de voto, seguido pela ministra do Planejamento, ⁠Simone Tebet (MDB), com 25%, pelo ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França (PSB), com 20%, pela titular do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), com 18%, e pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), com 14%.

O deputado federal e ex-secretário ‌de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PP-SP), aparece empatado com Boulos ‌com 14%, seguido pelo ⁠ex-ministro do ⁠Meio Ambiente no governo Bolsonaro, Ricardo Salles (Novo), com 13%.

No cenário em que Alckmin (PSB), ⁠que também é ministro do ‌Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, ‌é candidato, ele lidera com 31%, seguido por Tebet, com 25%; Marina, com 21%; França, com 20%, e Boulos, com 15%. Salles fica com 13%, mesmo percentual de Derrite.

Haddad confirmou na ⁠terça-feira que deve deixar o comando da Fazenda na semana que vem, ao mesmo tempo que afirmou que ainda não foi batido o martelo sobre para qual cargo ele deve concorrer na eleição de outubro. O nome ‌do ministro tem sido ventilado como possível candidato ao governo de São Paulo, cargo que disputou em 2022 sendo derrotado no segundo ⁠turno para Tarcísio de Freitas (Republicanos), afilhado político de Bolsonaro que buscará a reeleição.

Alckmin, por sua vez, teria manifestado sua intenção de permanecer na chapa presidencial encabeçada por Lula, que buscará um quarto mandato no pleito.

A disputa pelo Senado deverá ser uma importante trincheira na eleição deste ano, com dois terços das 81 cadeiras da Casa em disputa e aliados de Bolsonaro buscando formar uma bancada grande o suficiente para avançar com pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

O Datafolha ouviu 1.608 pessoas entre os dias 3 e 5 de março. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

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