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Agentes inteligentes automatizam o setor jurídico

Tecnologia baseada em IA começa a ganhar espaço em escritórios e departamentos jurídicos ao compreender a lógica e o ritmo do trabalho no setor

1 ago 2025 - 12h20
(atualizado em 4/8/2025 às 17h09)
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A automação jurídica vem ganhando força como aliada da eficiência operacional e da transformação digital nos departamentos legais. Segundo estudo da Thomson Reuters, 63% dos departamentos jurídicos já utilizam alguma forma de automação, e a tendência é de crescimento nos próximos anos. No Brasil, o uso de ferramentas baseadas em inteligência artificial (IA) tem se intensificado não apenas em grandes escritórios, mas também em áreas jurídicas de empresas de diversos setores.

Foto: Dataside / DINO

"A revolução digital avança em todos os setores, e o jurídico não é exceção. A cada dia, a tecnologia se mostra mais capaz de otimizar rotinas e transformar a maneira como advogados e operadores do direito trabalham", afirma Letícia Carvalho, Chief Revenue Officer da Dataside, consultoria especializada em Dados e Inteligência Artificial.

Segundo ela, os chamados agentes inteligentes estão entre as inovações mais promissoras para o setor, pois permitem automatizar tarefas operacionais e liberar os profissionais para atuações mais analíticas e estratégicas. Essas soluções baseadas em IA são capazes de compreender o vocabulário jurídico, respeitar normas internas e se integrar a fluxos de trabalho complexos.

"Os agentes inteligentes vão além da automação básica. Eles interpretam comandos em linguagem natural, executam tarefas como triagem de documentos, resposta a consultas internas, organização de informações, análise preliminar de contratos e até apoio na rotina de compliance", explica Caio Amante, CEO da Dataside.

Em relação à automação de documentos, estudos indicam que ferramentas como o Contract Express podem economizar até 82% do tempo em tarefas de elaboração de documentos jurídicos.

A adoção dessas ferramentas, segundo os especialistas da Dataside, tem como foco aumentar a segurança das operações, garantir maior conformidade e acelerar a tomada de decisões baseadas em dados. "Não se trata de substituir o profissional do direito, mas de oferecer suporte para que ele atue com mais agilidade e segurança", destaca Letícia.

Para muitos times jurídicos, a principal barreira ainda está na mudança cultural e na adaptação às novas ferramentas. "A introdução de agentes inteligentes exige investimento em capacitação e o envolvimento da liderança para promover o uso responsável da tecnologia", observa Caio.

Com a integração dessas soluções, o setor jurídico se aproxima de um novo patamar de maturidade digital.

Website: https://www.linkedin.com/company/belake-ai/

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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