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Adolescente que matou pais e irmã em SP era adotado

Após matar o pai e a irmã, adolescente foi para a academia; quando retornou, esperou a mãe chegar para assassiná-la

20 mai 2024 - 12h24
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O adolescente de 16 anos que matou o pai, a mãe e a irmã e foi apreendido na madrugada desta segunda-feira (20), na zona oeste de São Paulo, era adotado. Ele confessou o crime - motivado por uma briga e a retirada do celular dele.

Em depoimento à polícia, o adolescente disse que matou Isac Tavares Santos, 57 anos, Solange Aparecida Gomes, de 50, e Letícia Gomes Santos, também de 16, com a arma do próprio pai, um agente da Guarda Municipal de Jundiaí.

Pai, mãe e jovem foram mortos a tiros em casa, na rua Raimundo Nonato de Sá –
Pai, mãe e jovem foram mortos a tiros em casa, na rua Raimundo Nonato de Sá –
Foto: Reprodução/TV Globo / Banda B

O próprio adolescente foi quem ligou para a polícia no domingo (19) e afirmou que gostaria de se entregar. Ele permaneceu com os corpos dos familiares durante três dias em casa, já que o crime aconteceu na sexta-feira (17) e a apreensão, na madrugada de hoje (20).

O suspeito disse aos policiais do 33º DP (Pirituba) que foi xingado de "vagabundo" pelos pais e que seu celular havia sido retirado no dia anterior ao crime. No boletim de ocorrência, consta ainda a informação de que o celular foi retirado para que ele fizesse um trabalho escolar.

Jovem destacou que sabia onde o pai guardava a arma e chegou a testá-la antes de matar pai, mãe e irmã. Isac Tavares teria sido morto pelas costas, na cozinha de casa. A irmã, Letícia, ouviu o disparo, foi até a cozinha para ver o que tinha acontecido e levou um tiro no rosto. Após matar os dois, o adolescente disse ter ido para a academia. Quando retornou, esperou a mãe chegar em casa e a matou.

Adolescente foi à academia após matar pai e irmã –
Adolescente foi à academia após matar pai e irmã –
Foto: Reprodução/TV Globo / Banda B

Vizinhos disseram à TV Globo que não ouviram nenhum barulho no dia do crime, mas que brigas entre os familiares eram corriqueiras.

A arma usada no crime e o celular do adolescente foram apreendidos. O jovem foi levado para a Fundação Casa, e o caso foi registrado como homicídio, feminicídio, posse ou porte ilegal de arma e vilipêndio a cadáver.

Banda B
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