Script = https://s1.trrsf.com/update-1779108912/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Gil do Vigor critica projeto que proíbe menores em eventos LGBTQIA+ em SP: 'Angariar votos'

Economista usou participação no programa 'Papo de Segunda', do GNT, para afirmar que proposta aprovada em primeira votação reforça estigmas

3 jun 2026 - 17h25
Compartilhar
Exibir comentários
Gil do Vigor no 'Mais Você'.
Gil do Vigor no 'Mais Você'.
Foto: @gildovigor via Instagram / Estadão

O economista Gil do Vigor criticou um projeto de lei, aprovado em primeira votação na Câmara de São Paulo, que visa proibir a presença de menores de idade em eventos que "façam alusão ou fomentem práticas LGBTQIA+".

Uso político e estigmas

Durante sua participação no programa Papo de Segunda, do canal GNT, Gil afirmou que a proposta reforça estigmas contra a comunidade. Segundo o economista, o debate em torno do tema é frequentemente utilizado por políticos com o objetivo de "angariar votos".

Importância da representatividade

Na atração televisiva, ele também refletiu sobre como as iniciativas de representatividade são essenciais para ajudar os jovens a compreenderem a diversidade. 

Qual é o projeto 

O verador Rubinho Nunes (União Brasil) apresentou um PL que tem como intuito proibir que menores de idade participem de eventos que "façam alusão ou fomentem práticas LGBTQIA+", mesmo que estejam acompanhados dos responsáveis.

O texto pede que seja proibida a interdição de vias públicas para esse tipo de evento, que deveria passar a ser realizado apenas em locais fechados onde é possível controlar a entrada do público. Na prática, isso impediria a Parada do Orgulho LGBT de acontecer na Avenida Paulista e em qualquer outra rua ou avenida de São Paulo.

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou o projeto em primeira votação no último dia 20 de maio, mas o texto ainda precisa ser discutido em plenário mais uma vez e, se aprovador, dependerá da sanção do prefeito Ricardo Nunes (MDB) para se tornar lei.

Ciente da movimentação e do que o projeto de lei pode provocar se for aprovado, a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP) enxerga a proposta como inconstitucional. "Ela levanta preocupações em relação a direitos constitucionais ligados à livre manifestação, à convivência familiar e à ocupação democrática do espaço público. Ainda assim, reafirmamos que a Parada SP completa 30 anos em 2026 e seguirá nas ruas, ocupando esse espaço como território de cidadania, diversidade e liberdade para todas as pessoas", diz o comunicado.

Fonte: TerrAI Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial a partir do acervo do Terra e editado pelo nosso time de jornalistas.
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade

Conheça nossos produtos

Meu Terra