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2ª Expo Internacional da Consciência Negra quer engajar população contra o racismo

Promover ações que pautam pela denúncia contra o racismo é uma resposta de resistência a grupos supremacistas raciais, segundo organizador

20 nov 2022 - 05h00
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Esta segunda edição propõe discutir a luta do movimento negro no Brasil
Esta segunda edição propõe discutir a luta do movimento negro no Brasil
Foto: Reprodução: Divulgação

Promovida pela Prefeitura de São Paulo, por meio de parceria da Secretaria Municipal Relações Internacionais (SMRI) com as demais secretarias municipais, a 2ª Expo Internacional da Consciência Negra tem como objetivo estimular o debate sobre o racismo estrutural, engajando a população em seu combate.

Esta segunda edição propõe discutir a luta do movimento negro no Brasil pela abolição da escravatura, as raízes do racismo estrutural, e difundir a cultura negra, reafirmando a cidade de São Paulo como indutora do debate e das ações para a promoção da igualdade racial no país e na América Latina. Além de palestras, o público terá a oportunidade de participar de exposições e shows com grandes artistas como: Perícles, Majur, Luedji Luna e outros.

O Terra NÓS traz a visão de um dos realizadores do evento, Tom Farias, que é jornalista, professor e crítico literário, sobre a importância social da 2ª Expo Internacional da Consciência Negra e porque eventos desse porte são necessários para a sociedade brasileira.

Tom afirmou que a principal base foi refletir o Brasil de hoje a partir de tudo o que ocorreu no passado
Tom afirmou que a principal base foi refletir o Brasil de hoje a partir de tudo o que ocorreu no passado
Foto: Reprodução: Redes Sociais

"Do ponto de vista da luta antirracista, trabalhar ações que pautam pela denúncia contra o racismo e façam reflexões no campo de como ainda hoje se dá muitos gestos e atos raciais no país é uma resposta de resistência a grupos supremacistas raciais, que, no geral, pregam uma sociedade justa, porém mantém práticas raciais, muitas vezes eivadas de ódios, contra a população negra em geral", disse. 

Questionado sobre a seleção dos temas que estarão presentes nos painéis, Tom afirmou que a principal base foi refletir o Brasil de hoje a partir de tudo o que ocorreu no passado.

"Tanto a história da Independência – que completa duzentos anos – quanto o processo em que se deu a abolição da escravatura no país são partes dos elementos que nos levaram a várias indagações, as quais trouxemos em formas de temas para dividir com o público".

O jornalista ainda comentou sobre a dimensão de se comemorar o Dia da Consciência Negra e o reflexo dessa data na sociedade."Esta edição vai provocar uma reflexão substancialmente forte para os dias tumultuados em que vivemos: exige um posicionamento em prol do fim do racismo, sobretudo na estrutura do mundo corporativo, cultural e educacional". 

Fonte: Redação Nós
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