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Os Estados Unidos têm 54 bilhões de euros para suas forças armadas e um investimento muito específico: em drones

As guerras foram vencidas com navios, depois com aviões, depois com mísseis e agora com drones e algoritmos

24 abr 2026 - 09h12
(atualizado às 10h11)
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Foto: Xataka

O orçamento de defesa do Pentágono para o ano fiscal de 2027 totaliza US$ 1,5 trilhão (cerca de R$ 7,4 trilhões). Este é o maior aumento anual nos gastos militares desde a Segunda Guerra Mundial, mas dentro dessa cifra colossal, outro valor merece atenção especial: os US$ 53,6 bilhões (cerca de R$ 266,1 bilhões) alocados exclusivamente para drones e tecnologias de guerra autônoma.

Essa soma, por si só, supera os orçamentos de defesa totais da Ucrânia ou de países como Coreia do Sul ou Itália. A Espanha fica ainda mais atrás.

Defesa autônoma

O dinheiro para este programa específico será gerenciado pelo Grupo de Guerra Autônoma de Defesa (DAWG, na sigla em inglês), uma agência criada no final de 2025. Ela recebeu US$ 226 milhões (cerca de R$ 1,1 bilhão) no orçamento de 2026, mas esse valor deverá aumentar quase 240 vezes em 2027. Os EUA reconheceram a crescente importância dos drones em conflitos armados e querem estar preparados para esta nova era da defesa.

Investimento obsoleto

O próprio Pentágono reconheceu algo surpreendente: a grande maioria dos fundos solicitados será usada para comprar tecnologia existente, não para desenvolver soluções futuras. Um dos principais oficiais do Estado-Maior Conjunto, o Tenente-General Steven Whitney, admitiu que a evolução tecnológica no campo de batalha agora acontece em semanas, não em anos.

É como admitir que o que eles compram agora pode se tornar obsoleto quase imediatamente.

A Ucrânia demonstrou que os tempos mudaram

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