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A Ucrânia revogou a arma usada com Stalin para convencer os EUA: literalmente, transformar Donbas em "Donnyland"

O fato de essa ser uma ideia real revela o nível de improvisação e criatividade que a diplomacia alcançou nesse conflito

23 abr 2026 - 12h21
(atualizado às 13h21)
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Foto: Xataka

Durante décadas, uma das maiores obsessões do regime soviético foi transformar certas cidades em símbolos pessoais de liderança, a ponto de Stalingrado aparecer não apenas em mapas e discursos, mas também na propaganda, em relatórios militares e na forma como milhões de pessoas entendiam o curso de uma guerra. Porque, às vezes, a maneira como um lugar é nomeado pode ser tão influente quanto o que acontece dentro dele.

A guerra na Ucrânia e os nomes

Em meio a negociações paralisadas e um desgaste agonizante de ambos os lados, o New York Times noticiou hoje que a Ucrânia apresentou uma ideia tão surpreendente quanto reveladora: nomear uma área disputada de Donbas de "Donnyland", em homenagem a Donald Trump.

Este não é um incidente isolado, mas uma tentativa calculada de influenciar a posição de Washington em um momento em que seu papel oscila entre aliado e mediador. A proposta, que mistura ironia e estratégia, reflete o quanto Kiev percebe que a linguagem, os símbolos e a psicologia política podem ser tão importantes quanto o controle territorial no terreno.

"Donnyland" como instrumento de pressão

Aparentemente, o conceito surgiu em conversas privadas como uma forma de pressionar o governo dos EUA a endurecer sua posição contra as exigências de Vladimir Putin. A lógica é bastante simples: se uma hipotética zona desmilitarizada ou econômica ostentar o selo simbólico de Trump, os Estados Unidos teriam mais incentivo para protegê-la e garantir sua estabilidade.

Dessa perspectiva, não ...

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