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Há 38 anos, a Yamaha criou uma motocicleta de 195cc que superava as motos de 1000cc nas ruas, mas ninguém queria comprá-la

A Yamaha optou por uma moto esportiva leve e radical quando o mercado exigia potência; infelizmente, a SDR passou praticamente despercebida

29 dez 2025 - 12h15
(atualizado em 29/12/2025 às 14h30)
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Foto: Xataka

Às vezes, a história do motociclismo é uma estrada repleta de gigantes, motos que dominam as vendas e definem eras. E entre elas, quase escondidas, estão máquinas que nunca tiveram a chance de brilhar.

A Yamaha SDR foi uma delas: uma esportiva minimalista em tempos de excessos, uma motocicleta que queria ir contra a corrente justamente quando o mercado japonês estava obcecado por números exorbitantes e especificações técnicas intermináveis.

A ultraleve rebelde que o Japão não soube apreciar

Em 1987, a Yamaha decidiu lançar algo em seu mercado doméstico que soava como heresia na época: uma esportiva ultraleve de 195 cc, dois tempos, com 34 cv e um chassi multitubular que parecia ter saído de uma motocicleta artesanal. Chamaram-na de SDR, abreviação de "Super Design Racing", um nome que deixava claro que não se tratava de competir com superbikes, mas sim de quebrar paradigmas.

O Japão estava repleto de motos esportivas de 250cc e 400cc, compradas tanto por prazer, quanto por necessidade: eram mais baratas, ofereciam vantagens fiscais e, acima de tudo, exigiam uma carteira de habilitação muito mais acessível do que as motocicletas de maior cilindrada. A Yamaha viu uma oportunidade de oferecer algo diferente: uma moto esportiva leve, ágil e altamente personalizável. Uma motocicleta projetada para a experiência de pilotagem, e não para números de dinamômetro.

O resultado foi uma motocicleta minimalista em todos os sentidos, exceto em seu caráter. O chassi multitubular, uma raridade ...

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