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Durante anos, o Solar Impulse representou a esperança da aviação de se tornar independente do querosene; até hoje

O Solar Impulse 2 caiu durante um voo de teste autônomo; Foi a primeira aeronave de asa fixa movida a energia solar a circunavegar o globo; A Skydweller o havia convertido em uma plataforma não tripulada

15 mai 2026 - 13h09
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Imagens | Solar Impulse
Imagens | Solar Impulse
Foto: Imagens | Solar Impulse / Xataka

Houve um tempo em que o Solar Impulse 2 parecia ter surgido de uma pergunta simples: até onde um avião pode ir se eliminarmos o combustível convencional? A resposta não foi um produto comercial, mas uma aeronave experimental movida a energia solar e baterias que acabou circunavegando o globo. É por isso que esta notícia tem um peso especial.

Essa aeronave, que simbolizava uma maneira diferente de imaginar a aviação, caiu no Golfo do México durante um voo de teste autônomo.

O golpe veio em 4 de maio. De acordo com a Aviation Safety Network, o Solar Impulse 2 estava realizando um voo de teste autônomo quando perdeu potência e caiu na água. O aspecto menos amargo da notícia é que não houve feridos ou mortos, o que é importante porque a aeronave já estava voando sem tripulação nesta nova fase.

O aspecto mais simbólico é algo completamente diferente: a aeronave que durante anos transformou uma promessa tecnológica em algo tangível foi reduzida aos destroços de um acidente.

Por trás do projeto estava Bertrand Piccard, uma figura imersa em uma tradição familiar de exploradores: seu avô, Auguste Piccard, foi um pioneiro na exploração das profundezas do oceano, e seu pai, Jacques Piccard, chegou à Fossa das Marianas.

Em 2003, ele começou a idealizar uma aeronave movida a energia solar capaz de circunavegar o globo para chamar a atenção para a "energia sustentável". Primeiro veio o Solar Impulse 1, com seu voo inaugural em 2009, seguido pelo salto definitivo.

O avião que converteu a energia ...

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