A NASA está submetendo o módulo Orion a testes extremos: fritando-o com decibéis emitidos por vários alto-falantes
O módulo europeu fornecerá energia e suporte à espaçonave durante a missão Artemis III; A NASA exibiu o módulo durante seus testes acústicos em solo
Quando falamos sobre Artemis, quase sempre olhamos para os mesmos lugares: a NASA, o foguete SLS, a cápsula Orion e o plano de levar astronautas de volta à superfície lunar. Isso faz sentido, já que os Estados Unidos lideram o programa e grande parte da imaginação espacial ainda gira em torno de suas missões.
Mas essa perspectiva é limitada. Artemis não é apenas uma história americana. É também um projeto internacional, e nesse projeto, a Europa desempenha um papel muito mais importante do que muitas vezes parece à primeira vista.
Esse papel acaba de ser consolidado em um marco muito visível. A Airbus Space anunciou recentemente que o ESM-3, o terceiro Módulo de Serviço Europeu para a Orion e a unidade destinada à Artemis III, teve suas quatro asas solares instaladas. É uma imagem poderosa porque resume perfeitamente a natureza do projeto: uma espaçonave americana com um componente essencial desenvolvido do outro lado do Atlântico.
O módulo, construído pela gigante aeroespacial para a Agência Espacial Europeia, usará essas asas para fornecer energia elétrica à Orion durante sua missão, embora ainda haja trabalho a ser feito antes que todo o conjunto possa ser considerado pronto para voar.
O Módulo de Serviço Explosivo (ESM) tem uma função muito mais complexa do que a imagem de painéis solares recém-instalados pode sugerir. Na arquitetura da Orion, este módulo está localizado abaixo da cápsula onde os astronautas viajam e abriga sistemas essenciais para a missão.
A NASA explica que...
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