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A carroceria "blindada" do Cybertruck pode ser destruída por simples adesivos — por isso, a Tesla resolveu encerrar seu serviço de envelopamento

O serviço acabava danificando a carroceria de aço "inoxidável"

7 abr 2026 - 09h12
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Foto: Xataka

Já sabemos que o interesse pelo Tesla Cybertruck passou de algo descomunal para quase inexistente: em 2025, para cada picape de Elon Musk vendida na Espanha, foram vendidos dois Dacia Sandero. No ano passado, apenas 10.000 unidades foram vendidas no que até agora era seu principal mercado, os Estados Unidos.

A situação fica complicada para quem ainda possui o veículo porque a Tesla encerrou o serviço de envelopamento da picape — uma opção de personalização bastante popular que alguns proprietários usavam para contornar problemas na carroceria de "aço inoxidável".

O "car wrapping", ou envelopamento, é uma solução que muitos proprietários de Tesla escolhem para personalizar seus carros e proteger a pintura original da radiação solar ou de outros danos. Ele dura de 7 a 9 anos e, desde 2023, a marca passou a oferecê-lo no Cybertruck em 11 cores, entre elas Satin Slip Grey, Satin Rose Gold e Satin Abyss Blue.

Claro que, ao problema do alto preço (cerca de R$ 35 mil), somava-se a escassez de centros autorizados capazes de realizar o envelopamento na carroceria de aço "inoxidável". Justamente essa camada estrutural de aço, vendida como indestrutível, era o principal motivo para que os proprietários optassem pelo envelopamento: ela apresentava tantos problemas (marcas de dedos, arranhões e manchas de ferrugem) que muitos preferiam cobrir a carroceria com esses adesivos.

Tratava-se de uma película à base de uretano, um selante elástico que a marca afirmava ser melhor que o vinil, mas ...

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