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Os EUA já estão instalando carregadores de 1 MW para seus veículos elétricos, mas a Europa tem algo melhor: carros projetados para tirar proveito dessa potência

A grande revolução dos veículos elétricos está a alcançar tempos de carregamento quase tão rápidos quanto o abastecimento com gasolina; e isso está cada vez mais perto

30 mai 2026 - 08h07
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Imagens | Motorpasión, Stellantis, BYD
Imagens | Motorpasión, Stellantis, BYD
Foto: Imagens | Motorpasión, Stellantis, BYD / Xataka

Uma das maiores barreiras psicológicas à transição para carros elétricos sempre foi a ansiedade de autonomia. A obsessão em evitar ficar sem bateria levou muitos motoristas a exigir baterias gigantescas de 100 kWh ou mais, caindo no que a indústria chama jocosamente de "ansiedade do cachorro-quente": ficar preso em um posto de gasolina comendo mais do que o necessário e perdendo tempo carregando energia que não é realmente necessária.

É o custo do "por precaução", um preço bastante irracional a se pagar, considerando que na Espanha a maioria dos deslocamentos diários é mais do que adequadamente atendida pelos veículos elétricos atuais.

Mas o verdadeiro problema nunca foi a autonomia, e sim o tempo de carregamento: na tentativa de equiparar os tempos de carregamento aos de um carro com motor a combustão, a indústria acaba de entrar em uma nova era com carregadores ultrarrápidos de até um megawatt (MW), capazes de carregar totalmente as baterias em questão de minutos.

Uma revolução que, no entanto, se desenrola em duas velocidades muito diferentes, dependendo do mercado: enquanto nos EUA a infraestrutura avança muito mais rápido do que os próprios carros, a Europa alcança um ritmo mais sincronizado, preparando suas redes e fabricantes para aproveitar essa onda de energia desde o primeiro dia.

A Europa começa a se aproximar do modelo chinês de carregamento ultrarrápido

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