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Agora que os EUA possuem a arma mais letal da Rússia, depararam-se com um problema: o que Elon Musk exige para que ela funcione

Porque quanto mais sofisticadas as armas se tornarem, mais dependerão de conexões permanentes e de alta capacidade

29 mai 2026 - 17h10
(atualizado em 30/5/2026 às 16h42)
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Imagem de capa | CENTCOM, Official SpaceX Photos
Imagem de capa | CENTCOM, Official SpaceX Photos
Foto: Imagem de capa | CENTCOM, Official SpaceX Photos / Xataka

A cena se desenrolou recentemente, quando vários drones navais ucranianos foram temporariamente desativados durante uma operação no Mar Negro devido a problemas de conectividade relacionados ao Starlink. O episódio levou a uma conclusão incômoda para muitos estrategistas ocidentais: algumas das armas mais avançadas do planeta dependem de uma rede privada controlada por uma única empresa.

A guerra "barata" que começou a custar caro

Os Estados Unidos têm perseguido obsessivamente uma ideia há anos: substituir alguns de seus mísseis de precisão extremamente caros por uma cópia da arma iraniana e russa por excelência; seriam enxames de drones kamikaze muito mais baratos, produzidos em massa e capazes de sobrecarregar as defesas inimigas.

O drone LUCAS foi projetado precisamente para esse propósito. Cada unidade custa uma fração do preço de um Tomahawk e pode ser lançada em grande número contra alvos distantes.

No papel, parecia a fórmula perfeita para a guerra moderna. O problema surgiu quando esses drones começaram a ser usados extensivamente contra o Irã, e Washington descobriu algo inconveniente: a arma não depende apenas do explosivo ou da fuselagem, mas da conexão via satélite que a guia.

E essa conexão tem um proprietário. A SpaceX então decidiu que o Pentágono estava pagando muito pouco para usar o Starlink e o Starshield em operações de combate reais.

Elon Musk controla uma peça fundamental

A disputa, revelada com exclusividade pela Reuters, mostra o quanto as forças armadas ...

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