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Vôlei

Carol Solberg, do vôlei, é suspensa após comemorar prisão de Bolsonaro

Jogadora de vôlei de praia celebrou prisão do ex-presidente em etapa do circuito mundial na Austrália

19 fev 2026 - 12h02
(atualizado às 12h35)
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Carol Solberg e Rebecca garantiram a bronze na Copa do Mundo de vôlei de praia
Carol Solberg e Rebecca garantiram a bronze na Copa do Mundo de vôlei de praia
Foto: Reprodução/CBV

A jogadora de vôlei de praia Carol Solberg foi suspensa de uma etapa do circuito mundial de 2026 após comemorar a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante uma entrevista na Copa do Mundo de Vôlei de Praia, disputada em 23 de novembro de 2025, na Austrália.

Na ocasião, Carol e a parceira Rebeca conquistaram a medalha de bronze, resultado que garantiu à dupla a liderança do ranking mundial ao fim da temporada. Durante a entrevista pós-jogo, ainda em quadra e transmitida pela organização do torneio, a atleta comentou a prisão de Bolsonaro, ocorrida na véspera, no Brasil.

Em inglês, Carol afirmou: "Esse é um dia incrível para mim. Estou muito feliz. E também é um dia incrível para o mundo. Ontem, no Brasil, colocamos na prisão o pior presidente da história do Brasil. Então, Bolsonaro está na prisão e é muito importante que celebremos, sabe, Brasil. Estou muito orgulhoso de ter esta bandeira agora, sabe, eu estava tão, sabe, nunca, eu jamais poderia acreditar que teríamos um presidente assim. Então é algo que temos que celebrar". Em seguida, declarou em português: "Vamos comemorar Bolsonaro na cadeia galera, é muito bom!."

Após o episódio, a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) abriu procedimento disciplinar contra a atleta. Em decisão publicada no site oficial, a entidade informou que Carol infringiu o artigo 8.3 do Regulamento Disciplinar e determinou sua suspensão do próximo evento do Beach Pro Tour em que estivesse inscrita. A etapa Elite 16 de João Pessoa, na Paraíba, estava marcada para ocorrer entre 11 e 15 de março de 2026.

O artigo 8.3 trata de conduta antiesportiva e prevê sanções em casos de comportamentos que violem princípios como respeito, justiça e jogo limpo, além de atitudes que possam trazer descrédito ao esporte ou à entidade organizadora. Entre os exemplos listados estão insultos, linguagem ofensiva e demonstrações consideradas não esportivas.

A FIVB não detalhou publicamente qual trecho da manifestação foi enquadrado como infração, limitando-se a citar o dispositivo regulamentar. A etapa de João Pessoa não integra o período classificatório para os Jogos Olímpicos, mas faz parte do calendário oficial da temporada. Até o momento, a defesa da atleta não informou se pretende recorrer da decisão.

Fonte: Portal Terra
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