Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

"Únicos, malucos e famintos": veja como ídolos definem skatistas brasileiros

21 abr 2013 - 12h52
(atualizado às 12h52)
Compartilhar
Exibir comentários
18 de abril:
18 de abril:
Foto: Mauro Pimentel / Terra

Desde que Bob Burnquist venceu o Slam City Jam no Canadá, em 1995, e colocou o skate brasileiro no mapa mundial, os representantes do País na modalidade são constantemente elogiados. Nos X Games em Foz do Iguaçu, a força brasileira ficou clara: teve destaques em cada uma das categorias. “Únicos, malucos e famintos” foram algumas das palavras usadas por atletas estrangeiros na tentativa de definir o que é o estilo brasileiro de skate.

As características em comum são a coragem de tentar e levar adiante as manobras, o lado técnico, em que consistem as maiores dificuldades da modalidade, e o que mais chama a atenção: a postura. “Os skatistas brasileiros são malucos. Eles simplesmente vão com tudo, não se restringem. Eles se soltam sem pensar. É insano. Acho que é o melhor tipo de skatista que há por aí”, elogiou o americano Tom Schaar.

“Eles têm o drive e o coração”, resumiu Bucky Lasek, campeão do vert batendo Sandro Dias Mineirinho, outro ícone do esporte. “O ponto comum que eu vejo é que eles são tão únicos quanto ao estilo, mas muito técnicos. Veja alguém como Rodrigo Tex. Veja o Bob (Burnquist), o Luan (de Oliveira). Eles são incríveis. Quando os vi pela primeira vez, fiquei maluco pelo quão técnicos eles são”, complementou.

“Eles sempre parecem fazer as manobras que você gostaria de fazer. Quando você encontra um skatista brasileiro, sabe que não pode esperar nada senão o melhor”, afirmou o americano Manny Santiago, que enfrentou Luan de Oliveira na disputa da Street League. O brasileiro também foi exaltado pelo dinamarquês Rune Glifberg, que ainda citou Pedro Barros e Danilo Cerezini.

Nenhum dos entrevistados pelo Terra se limitou a elogiar brasileiros de apenas um estilo único de skate (vert, street ou park). Cientes de que conversavam com um jornalista brasileiro em um evento em Foz do Iguaçu, tampouco fizeram críticas ou reclamações. Apenas Ryan Sheckler foi contrário, afirmando que o estilo não tem relação com a origem do skatista. Mesmo assim, foi outro a se declarar fã de Luan de Oliveira, seu rival na Street League.

“Os brasileiros são famintos, essa é uma das coisas que têm em comum. Não ficam com o pé atrás, estão sempre a milhão. Eu acho que isso é ótimo”, opinou Glifberg. Segundo Marcelo Bastos, bronze no vert, essa ideia do estilo brasileiro é mesmo difundida nos outros países. “A gente é mais maluco, né? É tudo doido, joga as manobras e não está nem aí. É muita garra. Brasileiro volta manobra que não era para voltar, que foi feita toda errada, toda torta. As pessoas comentam disso”, afirmou.

A reportagem viajou a convite da Oakley

Fonte: Terra
Compartilhar
TAGS
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade