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Djokovic diz que rompimento com comissão técnica foi chocante, mas necessário

18 mai 2017
17h16
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O sérvio Novak Djokovic, que no começo deste mês encerrou o trabalho com o técnico Marián Vajda, o preparador físico Gebhard Phil Gritsch e o fisioterapeuta Miljan Amanovic, admitiu nesta quinta-feira que a medida foi radical, mas ressaltou que os três estavam cansados após uma década trabalhando juntos.

"O rompimento com minha comissão técnica foi chocante para todos porque trabalhamos juntos durante dez anos. Meus treinadores se sentiam cansados por ter este estilo de vida e por viajar tanto", afirmou o segundo colocado do ranking mundial após bater o espanhol Roberto Bautista Agut, pelas oitavas de final do Masters 1000 de Roma.

"É um grande esforço, e estas pessoas já estavam no circuito da ATP há 30 ou 40 anos. Acredito que tenha sido a decisão correta, e agora estou concentrado em recuperar meu melhor nível", acrescentou o atual vice-campeão do torneio na capital italiana, que destacou que o rompimento foi uma decisão tomada em conjunto.

'Nole' bateu Bautista Agut em sets diretos, com um duplo 6-4, e agora terá pela frente o argentino Juan Martín del Potro, algoz do japonês Kei Nishikori, sétimo cabeça de chave.

"Estou melhorando. Acredito que esta partida foi uma das melhores que joguei na temporada de saibro e também do ano em geral. Vinha no momento correto, estou nas quartos de final em Roma e falta pouco para Roland Garros", comentou.

Neste ano, o sérvio conquistou apenas um título, no ATP 250 de Doha, em janeiro. Ele considerou essa queda algo natural. "Sei que estes meses não foram como eu gostaria, mas é assim. Tive de gerenciar a situação, acredito que era algo que tinha de acontecer. Agora, me sinto melhor em quadra, com mais confiança quando bato na bola", finalizou.

EFE   

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