Relembre algumas mortes trágicas de atletas em ação
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A maior tragédia do esporte brasileiro ocorreu no dia 1º de maio de 1994. O tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna perdeu o controle da sua Williams e chocou-se com o muro ao passar reto na curva Tamburello, no circuito de San Marino. A pancada sofrida a mais de 200 km/h resultou no fim da vida de uma das lendas nacionais e do mundo do automobilismo. O Terra relembra outras tragédias que marcaram o esporte.
Foto: Getty Images
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A maior tragédia do esporte brasileiro ocorreu no dia 1º de maio de 1994. O tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna perdeu o controle da sua Williams e chocou-se com o muro ao passar reto na curva Tamburello, no circuito de San Marino. A pancada sofrida a mais de 200 km/h resultou no fim da vida de uma das lendas nacionais e do mundo do automobilismo. O Terra relembra outras tragédias que marcaram o esporte.Foto: Getty Images
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Um dia antes da morte de Ayrton Senna, a Fórmula 1 testemunhou o falecimento do austríaco Roland Ratzenberger, nos treinos para o Grande Prêmio de San Marino. O piloto europeu passou reto na "Curva Villeneuve", a mais de 300 km/h, e morreu oito minutos depois que desembarcou no Hospital de Bolonha.Foto: AFP
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O canadense Gilles Villeneuve colidiu com a March, de Jochen Mass, a 225 km/h e decolou no GP da Bélgica de 1982, no dia 9 de maio. A Ferrari pilotada pelo competidor parou 100 m à frente, enquanto o atleta, ejetado pela intensidade da pancada, foi achado 50 m depois, preso ao assento e inconsciente. Os médicos, que anunciaram a morte apenas horas depois da corrida, atribuíram o falecimento a uma lesão no pescoço.Foto: Getty Images
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A primeira tragédia de grande repercussão no futebol ocorreu no ano de 2003, com o meio-campista Marc Vivien Foé. O jogador, que defendia a seleção de Camarões contra a Colômbia, em duelo válido pela Copa das Confederações, no dia 26 de junho, sofreu um mal súbito e desmaiou no gramado, em uma cena que chocou o planeta. Apesar das tentativas de ressuscitação, o volante do Manchester City na época morreu por conta de um ataque cardíaco, resultado de uma cardiomiopatia hipertróficaFoto: Getty Images
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Ainda abalado pelas fortes cenas do colapso de Fóe, o mundo do futebol testemunhou a também chocante morte de Miklos Fehér. No dia 25 de janeiro de 2004, o atacante húngaro do Benfica desmaiou no gramado após receber o cartão amarelo do árbitro Olegario Bequerença e desesperou os companheiros e adversários. Rapidamente, o jogador foi retirado do gramado depois de sofrer o ataque cardíaco, mas não resistiu e faleceu poucas horas depois.Foto: AFP
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O futebol brasileiro testemunhou a primeira morte de grande repercussão em campo 2004, no dia 27 de outubro. Durante a partida contra o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro, Serginho, então defensor do São Caetano, sentiu-se mal e desabou dentro da área, sendo até atingido por Grafite, que não conseguiu desviar do companheiro. O atleta não resistiu à parada cardiorrespiratória e morreu cerca de 40min depois de cair no gramado.Foto: Gazeta Press
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As constantes mortes no futebol atingiram a Espanha no ano de 2007. Na primeira partida do Sevilla no Estádio Ramón Sanchez Pizjuán na temporada 2007/2008, datada em 25 de agosto de 2007, o defensor Antonio Puerta sentiu-se mal e sofreu uma parada cardíaca na partida contra o Getafe. O jogador recuperou a consciência e saiu andando do gramado, sendo encaminhado para o Hospital Virgen del Rocío, onde morreu três dias depois por falência múltipla de órgãos e encefalopatia.Foto: Getty Images
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No GP da Itália do dia 10 de setembro de 1961, em Monza, a Ferrari de Wolfgang Von Trips colidiu com a Lotus do britânico Jim Clark. O carro do alemão ficou no ar e caiu em uma barreira lateral, jogando Von Trips do veículo e matando quinze espectadores, em uma das corridas mais trágicas da história da Fórmula 1.Foto: Getty Images
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No dia 9 de dezembro de 2007, Rafael Sperafico perdeu o controle do carro na sexta volta da etapa de Interlagos da Stock Car Light e chocou-se com a barreira de pneus depois da "Curva do Café". O carro, no entanto, retornou para a pista e foi acertado por Renato Russo, que não teve tempo de desviar. As duas pancadas resultaram na morte instantânea do paranaense de 26 anos.Foto: Divulgação
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Um dos maiores nomes da Nascar e primeiro nome do hall da fama da Nascar, Dale Earnhardt morreu na última volta da etapa de Daytona da temporada de 2001, após colidir com o muro do circuito oval, em 18 de fevereiro. Segundo relatos médicos, a morte do americano foi instantânea, logo depois da batida no muro.Foto: Getty Images
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Apontado como uma das grandes revelações do motociclismo e campeão da categoria 250cc, o japonês Daijiro Kato não conseguiu alcançar a glória na Moto GP. Eleito o novato do ano de 2002 da categoria, o nipônico morreu logo na primeira corrida de 2003, em um dos acidentes mais absurdos deste evento. O piloto sofreu sérias lesões no pescoço, na cabeça e no peito e não resistiu aos danos cerebrais, falecendo após duas semanas de coma.Foto: AFP
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O ciclista italiano Alessio Galletti não resistiu à intensidade das provas de ciclismo de estrada. Durante uma etapa da Volta das Astúrias, o competidor sentiu-se mal, desceu da bicicleta e desmaiou na própria pista, enquanto tentava guiar o veículo para subir no topo do Alto de la Manzaneda. O ataque cardíaco matou o atleta no dia 17 de junho de 2005.Foto: Getty Images
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Também ciclista, Andrei Kivilev morreu no dia 12 de março de 2003, em uma das mais tristes tragédias do esporte. Durante a segunda etapa da Volta Paris-Nice, no dia 11, o competidor colidiu com um companheiro de time, o polonês Marek Rutkiewicz, e com o alemão Volker Ordowski, da Gerolsteiner, e bateu a cabeça no asfalto com força, entrando em coma imediatamente. Diagnosticado com uma fratura de crânio grave, o cazaque não resistiu aos ferimentos e morreu 10 horas depois, já no dia 12Foto: AFP
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Outra vítima de uma colisão no ciclismo foi o italiano Fabio Casartelli. Durante a 15ª etapa da Volta da França de 1995, em 18 de julho, o competidor se envolveu em um acidente com outros competidores e bateu a cabeça em blocos de concretos postados ao longo da rodovia, sofrendo sérias lesões cranianas. Transportado para um hospital local, o atleta foi declarado morto depois de parar de respirar e não atender às tentativas de ressuscitação.Foto: Getty Images
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O jovem Wes Leonard, de apenas 16 anos, morreu no último dia 4 de março, após fazer a bandeja da vitória da sua escola, a Fennville High School, sobre Lawrence High School, em um campeonato de basquete do ensino médio dos Estados Unidos. Logo depois do lance, o jovem desmaiou e sofreu uma parada cardíaca, vindo a morrer no hospital.Foto: AP
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Uma das mortes mais misteriosas da história do esporte é justamente uma das últimas. O nadador Fran Crippen veio a morrer durante a etapa dos Emirados Árabes do Mundial de Maratonas Aquáticas de 2010, no dia 23 de outubro. Após todos os megulhadores tocarem a linha de chegada, a organização notou a ausência de Crippen, que acabou encontrado 90min depois boiando a mais de 450 m da costa. Segundo o relatório médico divulgado, o americano morreu por conta do "excesso de esforço".Foto: Getty Images
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Outro chocante acidente ocorreu com o também canadense Greg Moore (esq). O piloto da Player's Forsythe racing, da antiga Cart (atual IRL), perdeu o controle de seu veículo durante a etapa do Marlboro 500, na Califórnia, no dia 31 de outubro de 1999, saiu do circuito oval e se chocou com o guardrail dos boxes. O carro se despedaçou todo e o piloto foi declarado morto no hospital.Foto: AFP
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Promessa do basquete da universidade de Loyola Marymount, Hank Gathers morreu no dia 4 de março de 1990, após sofrer um colapso durante a partida contra a Universidade de Portland. As equipes médicas ainda tentaram reanimar o atleta, mas ele veio a morrer no caminho do hospital.Foto: Getty Images
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Um dos maiores nomes da história da Fórmula 1, o escocês Jim Clark morreu no dia 7 de abril de 1968 no circuito de Hockenheim. Na quinta volta da primeira bateria da prova, válida pela F2, o Lotus 48 de Clark saiu da pista e colidiu com as árvores. O britânico teve o pescoço quebrado e fratura de crânio, morrendo antes de chegar ao hospital. Investigadores concluíram que um pneu traseiro esvaziado causou a forte batida.Foto: Getty Images
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A morte de Nodar Kumaritashvili chocou o mundo do esporte, dias antes da abertura da Olimpíada de Inverno de Vancouver, em 2010. Durante os treinamentos anteriores à abertura dos Jogos, em plena pista feita para o evento, o georgiano do luge foi jogado para fora do circuito em uma velocidade acima dos 140 km/h e bateu a cabeça num poste de metal, no dia 12 de fevereiro. Os ferimentos, no entanto, resultaram no pior para a comunidade dos esportes no gelo.Foto: AFP
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O sul-coreano Kim Hyung Chil marcou os Jogos Asiáticos de 2006. No dia 7 de dezembro daquele ano, o competidor foi catapultado após seu cavalo não passar por um obstáculo na prova de cross country. O equino, desequilibrado, caiu sobre o cavaleiro, que morreu poucas horas depois em virtude das lesões.Foto: Getty Images
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Com apenas 13 anos de idade, o jovem Pedro Lenz perdeu a vida após um acidente motociclístico, no dia 29 de agosto de 2010. Em uma prova para adolescentes, no tradicional circuito de Indianápolis, o competidor caiu na pista e foi atingido pela moto de Xavier Zayat, de 12 anos. Levado ao hospital, o garoto teve a morte confirmada três horas depois.Foto: AP
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Após a largada do GP de Monza de 1978, em 11 de setembro, o sueco Ronnie Peterson não conseguiu escapar da estreita reta do circuito e, antes da 1ª curva, foi jogado para fora da pista, batendo forte no muro. A pancada rompeu os tanques de combustível da Lotus do escandinavo e causou um grande incêndio. O competidor teve o pé esquerdo amputado para ser retirado do carro e foi levado ao hospital com ferimentos gravíssimos. No dia seguinte, o atleta morreu por embolia.Foto: Getty Images
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No dia 5 de setembro de 2009, o japonês Shoya Tomizawa, de apenas 19 anos, caiu da sua moto durante a prova de Moto2, em San Marino, na Itália, e foi atropelado por dois pilotos, além de ter uma parada cardíaca ainda na pista. O japonês acabou reanimado e levado para um hospital; mas, com fraturas múltiplas e hemorragia interna, não resistiu.Foto: AFP
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A australiana Amy Gillett foi outra vítima do ciclismo. A competidora, ao contrário de Galletti, veio a morrer de uma forma bárbara. No dia 18 de julho de 2005, enquanto treinava junto à equipe de seu país, Gillett foi atropelada por uma jovem motorista alemã, que perdeu o controle do carro em Zeulenroda e matou a atleta. Cinco companheiros também acabaram atingidos, mas escaparam de perder a vida.Foto: Getty Images
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