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Paraná

Em noite de Biteco, paranistas destacam o trabalho coletivo

25 mai 2017
00h40
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Com quase 20 mil pessoas no Couto Pereira, púbico maior do que a capacidade da Vila Capanema, o Paraná Clube mostrou força ao bater o Atlético Mineiro por 3 a 2 no jogo de ida entre os times na Copa do Brasil 2017. O goleiro Leo, que teve sua sequência de 13 partidas como mandante sem tomar gols interrompida, mais uma vez foi um dos destaques e divide o bom momento com os companheiros.

"Temos que agradecer a torcida que apareceu e fizemos um bom espetáculo para eles. Fico feliz pelos números que nós temos atingido, nós, o time. É o elenco todo, todos ajudam. Espero conseguir o acesso e ir o mais longe possível na Copa do Brasil", disse o jogador, que não bateu recordes, mas saiu com três com um grande resultado de campo. "Saio mais feliz do que um 0 a 0. Nossa equipe lutou, com ataque eficiente E recorde fica para a próxima vez", emendou.

Capitão paranista, o zagueiro Brock destacou a força do adversário, que disputa a Série A e a Libertadores da América, mas lembro que desta vez, se a defesa foi vazada, o ataque funcionou muito bem. " Pegamos uma equipe, talvez a melhor do Brasil, difícil de marcar, com jogadores de qualidade. Ficou feliz de podermos ter chegado ao gol e ter feito os gols", analisou.

O técnico Cristian de Souza admite que o time começou jogando errado, mas s acertos, especialmente no intervalo, colocaram novamente o Tricolor nos eixos. "Nós fugimos um pouco da nossa característica, fomos para um jogo de transição, lá e cá, jogo que não nos interessava. E sabíamos da qualidade do Atlético. Conseguimos na segunda etapa jogar com um jogo direto, fechar espaço, bloquear o centro do campo. E conseguimos isso, ficando mais sólidos no jogo", avaliou.

Mas, o grande destaque da noite, entretanto, foi Guilherme Biteco, que marcou dois gols de fora da área e saiu de campo como herói, rótulo que faz questão de refutar. "É nesse jogo que a gente vê a força do grupo, não é só individual. Se o coletivo for bem, o individual vai aparecer. Tenho que agradecer ao pessoal da fisiologia que está sendo importante dessa minha caminhada dentro de campo. Também tem méritos na minha conquista pessoal, na parte física e técnica", pontuou.

Biteco revelou ainda que o confronto diante do Galo foi especial por enfrentar Robinho, de quem, ao lado do irmão Matheus, morto na tragédia do voo da Chapecoense, sempre foi fã. "Robinho era um ídolo meu e do meu irmão. Tínhamos uma foto que tiramos em 2003, ainda crianças, ao lado do Robinho. Era um sonho meu e do meu irmão conhecer ele. Fui tietar ele já no vestiário. E tirar nossa foto, nós pequenos e agora grande. Realizei da melhor maneira que foi possível", concluiu o meia, que levou a melhor sobre o ídolo.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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