Cuca aplaude "anormal" Corinthians, mas crê em aproximação
Com 29 pontos ganhos em 11 rodadas, o invicto Corinthians lidera o Campeonato Brasileiro. A 10 pontos do arquirrival, o técnico Cuca elogia a campanha protagoniza pelo time dirigido por Fabio Carille, mas acredita na possibilidade de se aproximar na tabela.
"O Corinthians joga contra a Ponte Preta, depois sai para enfrentar a gente e pega o Atlético-PR. Não são jogos fáceis, o campeonato é complicado. Hoje, devemos tirar o chapéu, porque eles têm quase 90% de aproveitamento. Não tem o que fazer, a não ser aplaudir uma campanha como essa", elogiou.
Ganhador do Campeonato Paulista, o Corinthians ostenta uma campanha de nove vitórias e apenas duas derrotas no torneio nacional, o que resulta em um aproveitamento de 87,9%. Estudioso, Cuca sabe que a performance alcançada pelo arquirrival é excepcional.
"É anormal, muito acima. Não houve desde o início dos pontos corridos e é difícil manter até o final. Eles estão tendo muito êxito, conseguindo repetir o time e sem perder jogador. É mérito do pessoal de lá e devemos parabenizá-los", afirmou o palmeirense, que na próxima quarta-feira recebe o arquirrival.
"Eles vão pegar uma sequência de jogos difíceis e confrontos diretos, como o de quarta-feira. São as chances para diminuir (a vantagem). Tem muita coisa ainda para rolar, com grandes partidas pela frente. Falta muito chão ainda", afirmou Cuca, atual campeão brasileiro.
Com 19 pontos ganhos (seis vitórias, um empate e quatro derrotas), o Palmeiras figura no quarto lugar do Campeonato Brasileiro. Além de elogiar o líder Corinthians, Cuca tratou de sublinhar que a situação do time alviverde nos torneios que disputa está sob controle.
"Em 2016, tínhamos três pontos a mais no mesmo momento do Brasileiro. Dos últimos seis jogos, ganhamos cinco. Então, não há nada de anormal na nossa campanha. Estamos no quarto lugar do Brasileiro, dentro da Copa do Brasil e da Libertadores. Perdemos um jogo no último minuto (contra o Barcelona de Guaiaquil) e temos que saber lidar com isso", afirmou.