Mulher acusada de fornecer passaporte falso a Ronaldinho é presa no Paraguai
Magistrado do país sul-americano considerou haver risco de fuga
Uma mulher acusada de fornecer ao ex-jogador Ronaldinho Gaúcho um passaporte falsificado, que resultou na prisão do brasileiro por cinco meses, foi detida no Paraguai.
Identificada como Dalia López, ela permaneceu foragida por seis anos antes de ser capturada em Assunção, capital do país sul-americano.
Um magistrado paraguaio considerou haver risco de fuga e determinou a prisão preventiva da suspeita em uma penitenciária feminina localizada na cidade de Emboscada, a cerca de 35 quilômetros de Assunção.
López é acusada pelas autoridades paraguaias de associação criminosa por supostamente fornecer documentos falsificados a Ronaldinho Gaúcho e a seu irmão e agente, Roberto de Assis Moreira.
A mulher organizou a viagem dos brasileiros ao Paraguai, em 2020, para um evento beneficente em apoio a crianças carentes. No entanto, dois dias após a chegada ao país, ambos foram presos devido às irregularidades nos documentos.
Ronaldinho e o irmão passaram quase um mês sob custódia e outros quatro meses em prisão domiciliar em um hotel de Assunção. Ainda não está claro por que a dupla aceitou viajar com passaportes falsificados, já que brasileiros podem entrar no Paraguai utilizando apenas a carteira de identidade.
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