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Motociclismo

Yamaha minimiza falta de equipe satélite, mas admite: "Gostaríamos de voltar a ter"

Lin Jarvis, diretor da Yamaha, acredita que a falta da RNF como equipe satélite não será um grande déficit, mas reconhece que precisam de soluções para os próximos anos

19 jan 2023 - 10h07
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Yamaha terá apenas duas motos no grid em 2022
Yamaha terá apenas duas motos no grid em 2022
Foto: Divulgação/MotoGP / Grande Prêmio

Em 2023, a Yamaha terá apenas duas motos no grid: as de Fabio Quartararo e Franco Morbidelli. Isso porque a RNF encerrou o contrato com a marca japonesa e fechou acordo com a Aprilia, que terá uma equipe satélite pela primeira vez em sua história na MotoGP. Por outro lado, será a primeira vez em que a casa de Iwata ficará reduzida a só dois pilotos no grid.

O diretor da Yamaha, Lin Jarvis, contudo, acredita que não será uma perda tão grande, mas reconhece que precisam achar alternativas para 2024 e 2025.

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"Este ano estaremos sem uma equipe satélite. De certa forma, não acho que será um grande déficit, porque nos permitirá focar apenas nas motos de fábrica", disse ele, em entrevista ao portal TMCBlog.com.

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Yamaha terá apenas duas motos no grid em 2022
Yamaha terá apenas duas motos no grid em 2022
Foto: Yamaha / Grande Prêmio

"Realmente precisamos ter certeza de que temos uma moto totalmente competitiva para esta temporada e para o futuro, 2024 e 2025. Gostaríamos de voltar a ter uma equipe satélite, não há dúvidas", seguiu.

Havia rumores no paddock sobre uma possibilidade de ter a VR46, equipe de Valentino Rossi, como satélite. Hoje, o time do multicampeão faz parte do 'guarda-chuva' da Ducati. Jarvis não confirma e nem cita nomes, mas admite alguns desafios.

"É complicado explicar as oportunidades e os obstáculos que enfrentamos. Mas se pudermos resolver alguns dos obstáculos, podemos considerar 2024″, acrescentou. "Se não, estou bastante confiante de que até 2025 teremos uma equipe satélite novamente. Então vamos esperar para ver", encerrou.

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Grande Prêmio
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