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Motociclismo

Quartararo admite insatisfação com Yamaha, mas reitera que "ainda vai dar seu máximo"

Fabio Quartararo falou sobre as dificuldades e insatisfação com a M1, mas reiterou que vai lutar e dar 100% para ter um resultado diferente em 2023

13 jan 2023 - 06h22
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Fabio Quartararo falou sobre a M1
Fabio Quartararo falou sobre a M1
Foto: Divulgação/MotoGP / Grande Prêmio

Embora Fabio Quartararo tenha chegado à reta final do campeonato passado com chances de título, a recuperação histórica de Francesco Bagnaia permitiu que ele se tornasse campeão. E não só o talento, mas também a moto vencedora da Ducati. A GP22 foi ferramenta crucial para a caminhada do italiano em 2022.

E é algo que 'El Diablo' percebeu. No passado, Quartararo admite que a vantagem da M1 estava nas curvas, mas a marca de Borgo Panigale conseguiu correr atrás do tempo perdido nas últimas temporadas.

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"Dois ou três anos atrás, eu teria absolutamente concordado que temos uma clara vantagem nas curvas. Na minha opinião, no entanto, isso não é mais o caso. A Ducati ou outros fabricantes são praticamente igualmente fortes nesta área. Em 2019, por exemplo, faltou desempenho para nós, faltou equilíbrio nas curvas para eles. Agora ainda não temos velocidade máxima, mas eles se tornaram muito mais fortes nos freios e nas curvas", disse ele, em entrevista a Motorsport-Magazin.com.

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Yamaha está focada em encontrar um pacote mais equilibrado para 2023
Yamaha está focada em encontrar um pacote mais equilibrado para 2023
Foto: Yamaha / Grande Prêmio

"Portanto, nós, pilotos da Yamaha, não temos mais nenhuma vantagem real e, portanto, temos de nos esforçar ao máximo", acrescentou.

O piloto de Nice, em 2022, teve uma versão atualizada da moto, mais completa do que a anterior. Ele teve de aprender a driblar o déficit de potência e fez que pôde para fazer frente a adversários que são mais rápidos. Ainda que tenha sofrido, ele admite que tentou se adaptar ao invés de passar o tempo todo reclamando.

"No início da temporada, não estava contente porque a moto praticamente não melhorava. Mas então mudei minha abordagem. A moto pode estar ruim, mas ao choramingar você só piora a situação para você, porque está gastando sua energia em outras coisas além de andar de moto", analisou.

"É difícil participar de uma corrida que você sabe que não pode vencer. Mas isso acontece às vezes. Você ainda tem que dar 100% e ver o que sai no final. Ainda vou dar o meu máximo e lutar. Afinal, é nos momentos difíceis que mais se aprende", encerrou.

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