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Metanol vai das pistas de corrida para as garrafas de bebidas falsas

No automobilismo, o metanol foi usado por décadas em categorias como drag racing e na então Fórmula Indy.

2 out 2025 - 14h47
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Metanol das pistas para as garrafas
Metanol das pistas para as garrafas
Foto: Gerada por IA / Esporte News Mundo

Usado como combustível em carros de corrida pela alta performance e segurança relativa nas pistas, o metanol voltou ao noticiário por um motivo sombrio: em setembro de 2025, a mesma substância apareceu adulterando bebidas em São Paulo, provocando intoxicações graves e mortes.

No automobilismo, o metanol tem história: usado por décadas em categorias como drag racing e na então Fórmula Indy por permitir mistura mais rica, menor temperatura de combustão e ganhos de desempenho — tudo isso acompanhado de protocolos de segurança específicos. Em ambientes profissionais, o combustível é manuseado com equipamentos e normas de proteção.

Perigo dentro e fora das pistas

Um dos motivos que levou a Fórmula Indy a deixar de usar metanol foi pela segurança — já que o combustível queima com chama quase invisível e dificultava o combate a incêndios.

Fora das pistas a história fica ainda pior. Nas últimas semanas, surtos de intoxicação por metanol ligados a bebidas adulteradas têm levado pacientes a hospitais em São Paulo, com casos graves e mortes em investigação. Lotes suspeitos foram apreendidos em bares e distribuidoras; o Ministério da Saúde determinou notificação imediata dos casos e as autoridades investigam a origem das garrafas.

Além da toxidade — o organismo metaboliza metanol em compostos que atacam o sistema nervoso e o nervo óptico — existe uma característica que preocupa o universo das corridas e das emergências médicas: o metanol pode queimar com chama quase invisível. Em acidentes de pista isso já motivou mudanças em protocolos de segurança; em bares, isso significa que um incêndio pode não ser percebido de imediato.

Como evitar bebidas falsificadas

  • Compre de vendedores oficiais: só em bares e pontos credenciados.
  • Verifique lacre e selo fiscal: nada de garrafas abertas.
  • Desconfie de preços baixos: pode ser sinal de adulteração.
  • Evite copos servidos sem ver a garrafa.
  • Fique atento aos sintomas: náusea, dor abdominal, visão turva.
  • Procure ajuda imediata: acione brigadistas ou posto médico.
Esporte News Mundo
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