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MMA

Uso de diuréticos para perder peso é condenado por Chris Weidman

29 set 2013 - 19h17
(atualizado às 19h17)
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Anderson e Chris esperam que tragédia sirva como exemplo de má conduta para os lutadores
Anderson e Chris esperam que tragédia sirva como exemplo de má conduta para os lutadores
Foto: Alexandre Loureiro/ Inovafoto/ UFC / Divulgação

A morte do lutador Leandro Feijão, que aconteceu na última sexta-feira horas antes da pesagem do Shooto 43, abalou o mundo do MMA. A perda de peso rápida para descer uma categoria é comum no esporte, mas a forma que vem sendo feita é criticada por muitos lutadores.

Para o atual detentor do cinturão dos médios, Chris Weidman, o uso de diuréticos não é um hábito saudável. Ele afirmou que para enfrentar Demian Maia, no UFC on FOX, em janeiro de 2012, foi até o seu limite, mas que não deveria ter agido desta forma.

“Eu soube que ele (Feijão) usou diuréticos, certo? Eu nunca tomei diuréticos, acho que não é saudável. E, de qualquer maneira, você tem que ter pessoas em torno de você para te acompanhar. Eu me senti mal na luta contra o Demian Maia, fui até o limite, porque era uma grande oportunidade para mim. Mas eu não deveria ter ido até o limite como eu fui”, falou o lutador que viu um colega passar mal, ainda na escola, após fazer uso da substância.

“A única vez na minha vida que eu vi alguém usar diuréticos foi na escola. Eu vi um cara caindo com os pés para cima, passando mal, e me disseram que ele tomou diuréticos. Eu nunca faria isso, não mexo com esse tipo de coisa”, falou Weidman.

Anderson Silva, que chegou a treinar com Feijão, acredita que o MMA tem muito para crescer no Brasil, apesar da tragédia. O ex-detentor do cinturão dos médios, espera que essa fatalidade mude a visão dos atletas, empresários e técnicos sobre a perda de peso rapidamente.

Irmã de lutador de MMA que morreu se emociona em enterro:

“Aqui no Brasil ainda tem muito para o MMA crescer. Está tendo agora a vinda da Comissão atlética para o Brasil. Então está começando a mudar. É um esporte que, embora pareça velho, ainda é novo. Acho que precisa mais conscientização dos técnicos, atletas, empresários para que a gente consiga ter nosso espaço reconhecido de forma profissional”, disse Silva, que espera que os atletas não aceitem mais lutar em cima da hora.

“Todo o atleta tem que ter um acompanhamento dos médios. Isso serviu, de uma forma ruim, claro, para os atletas entenderam que não tem que aceitar a luta muito em cima. Ele tem que ter tempo para perder peso. O que aconteceu com o Feijão foi uma fatalidade. Uma coisa ruim que infelizmente, não temos o que falar. Espero que os atletas aprendam que não podem aceitar lutas muito na hora”, finalizou.

Fonte: Artevista Comunicação, Assessoria e Empreendimentos Culturais Ltda - Especial para o Terra Artevista Comunicação, Assessoria e Empreendimentos Culturais Ltda - Especial para o Terra
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