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MMA

Jungle Fight: juiz diz que interrompeu luta para atleta não ficar cego

18 jan 2014 - 16h51
(atualizado às 17h17)
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Apesar da polêmica, Rayner Silva se consolidou como revelação do MMA brasileiro
Apesar da polêmica, Rayner Silva se consolidou como revelação do MMA brasileiro
Foto: Jungle Fight / Divulgação

Apesar do sucesso do Jungle Fight 64, realizado em Campos dos Goytacazes-RJ, nesta sexta-feira, um problema aconteceu na luta principal. Em duelo pelo cinturão dos pesos moscas, Rayner Silva manteve o título contra Junior Abedi, mas de forma contestável.

A polêmica aconteceu no segundo round, quando o campeão dominava o combate. Ele derrubou Abedi com uma sequência de socos, tentou a finalização com uma guilhotina e depois voltou a atacar o adversário, que ficou encurralado na grade. O juiz resolveu parar o combate, mas foi vaiado por ter feito isso. Abedi também reclamou, alegando que não estava nocauteado.

A decisão do árbitro experiente Alessandro Souza dividiu opiniões. Por isso, neste sábado, ele se explicou: "eu acho que interpretei de maneira correta aquela situação. A partir do momento que ele encostou na tela, percebi que o ferimento era grave e mais um soco poderia deixa-lo até cego".

Corte profundo virou argumento para defender a decisão do árbitro
Corte profundo virou argumento para defender a decisão do árbitro
Foto: Jungle Fight / Divulgação

O corte no supercílio de Abedi realmente era profundo, o que virou argumento para outros árbitros, médicos e o presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail. O juiz Flávio Almendra, que também esteve envolvido em uma luta polêmica nesta edição do evento (entre o mexicano Iskar Waluyo e o brasileiro Magno Magu), chegou a citar uma possível concussão.

"Acho que o Alessandro acertou. Eu costumo dizer que a diferença entre uma concussão cerebral e uma dor de cabeça no dia seguinte é um soco. O Abedi não tinha condições de seguir na luta, poderia ter uma consequência irreversível para a carreira", opinou ele.

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Questionado ainda no octógono sobre a polêmica, o campeão Rayner Silva apenas elogiou Abedi: "meu adversário me surpreendeu, foi a minha luta mais dura. Foi uma honra lutar com o Abedi, uma satisfação grande", comentou ele, que, polêmica à parte, se consolida como uma revelação do MMA brasileiro - com apenas seis lutas no cartel, já tem duas defesas de cinturão.

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Fonte: Terra
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