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Thiago Monteiro precisa de oito desistências para disputar torneio olímpico de tênis

Brasil já tem três representantes definidos: João Menezes, por ter sido campeão no Pan de Lima em 2019, Bruno Soares e Marcelo Melo

15 jun 2021 09h14
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Os rankings divulgados pela ATP na segunda-feira têm importância extra, uma vez que será aquele utilizado como base para a classificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. É com base neles que serão conhecidos os 56 tenistas que entrarão direto na chave de simples (que tem ao todo 64 participantes) e as 24 duplas que estarão na disputa (ao todo a chave é de 32).

Por enquanto, os únicos brasileiros garantidos na competição são os mineiros João Menezes, que embora seja apenas o 206.º colocado do mundo vai entrar como campeão dos Jogos Pan-Americanos de Lima-2019, no Peru, Bruno Soares e Marcelo Melo, que com o ranking combinado garantem um lugar nas duplas.

A principal chance de termos pelo menos mais um representante na competição que reúne a nata do esporte mundial fica a cargo do cearense Thiago Monteiro, que caiu para o 83.º lugar na lista de segunda-feira e assim não conseguiria entrar direto na chave, mesmo com o limite de no máximo quatro atletas por país na chave de simples.

No momento, o último a entrar direto na chave, contando as regras olímpicas, seria o esloveno Aljaz Bedene, que ocupa o 60.º lugar. Entre ele e Monteiro são 23 colocações de diferença, mas como muitas delas são de atletas de países já com quatro representantes garantidos, a distância acaba caindo para apenas oito nomes.

Embora pareçam remotas as chances de Monteiro, o histórico olímpico mostra que isso pode acontecer. Tirando os Jogos de Londres-2012, na Inglaterra, em que o corte foi bem alto, com o último a entrar direto era o 72.º do mundo, no Rio-2016 o corte foi no 101.º lugar e nos Jogos de Pequim-2008, na China, ficou na 90.ª colocação.

Estadão
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