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Globe 40 inicia quarta etapa entre Sydney e Valparaíso com Barco Brasil na liderança

Regata de 6.390 milhas náuticas cruza o Oceano Pacífico, tem chegada prevista para 31 de janeiro e peso decisivo na classificação geral.

2 jan 2026 - 10h57
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A quarta etapa da Volta ao Mundo Globe 40 teve início nesta quinta-feira (1º), em Sydney (Austrália). As duplas largaram com destino a Valparaíso (Chile) para uma regata de 6.390 milhas náuticas, equivalente a 11.834,28 quilômetros. A previsão de chegada dos primeiros veleiros é para 31 de janeiro, em uma perna com coeficiente 3 no sistema de pontuação, fator decisivo para a classificação geral. Após o Chile, a frota segue pelo Atlântico em direção a Recife (PE).

A largada ocorreu às 15h, horário local (4h UTC), no Porto de Sydney, poucas horas após as comemorações de Ano Novo. O percurso em linha reta leva os velejadores novamente às latitudes mais baixas do planeta pelo Oceano Pacífico, com limite de 50° Sul, conforme as regras da regata. Os barcos da Classe 40 terão de cruzar todo o Pacífico, da costa australiana à costa chilena, tendo a Nova Zelândia como a última massa de terra antes do longo trecho em mar aberto.

O Barco Brasil, comandado por José Guilherme Caldas e Luiz Bolina, lidera a categoria Sharp da Class40 com 9 pontos, à frente do francês Free Dom, que soma 13,5 pontos. Na classificação geral, que inclui o prólogo entre Lorient (França) e Cádiz (Espanha), o líder é o francês Credit Mutuel, enquanto o representante brasileiro aparece na primeira posição entre os barcos Sharp. “Uma partida emocionante, com muitos amigos e família, só que do outro lado do mundo. Na preparação da largada tivemos dois incidentes: o cabo do lazy jack se soltou e precisei içar o Bolina no mastro, depois um jibe involuntário me atingiu na cabeça”, relatou José Guilherme Caldas. “Largamos bem e saímos da baía em primeiro entre os Sharp, mas o vento diminuiu, o que não nos favorece. Vamos ver como estará amanhã de manhã”, completou.

A Globe 40 reúne sete veleiros de diferentes países e adota um sistema de pontuação em que vence quem somar menos pontos ao final do percurso. A regata é disputada em barcos Class40, divididos entre as categorias Scow, de proa larga e projeto mais recente, e Sharp, de proa fina, que também contam com premiação específica ao término da volta ao mundo.

Globe40
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Foto:

A competição é realizada em duplas, com possibilidade de troca de um dos tripulantes a cada etapa; entre as equipes, apenas o Barco Brasil mantém a mesma dupla em todas as pernas, José Guilherme Caldas e Luiz Bolina, o que amplia o desafio esportivo. O time brasileiro é o único sem patrocínios na regata e depende de recursos próprios; o barco possui um projeto inscrito na Lei de Incentivo ao Esporte, ainda em análise pelos órgãos competentes. O público pode acompanhar a navegação em tempo real.

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