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Vítimas de atentado à seleção são enterradas em Togo

15 jan 2010
10h35
atualizado às 23h18

Vítimas fatais do atentado contra o ônibus da seleção de Togo, o assessor de comunicação Stanislas Ocloo e o assistente-técnico Abalo Amelete foram enterrados nesta sexta-feira em Lome, capital do país africano.

O caixão dos dois membros da delegação foram cobertos com a bandeira togolesa. O presidente da nação, Faure Gnassingbe, compareceu à cerimônia e colocou sobre os caixões uma medalha de honra ao mérito.

Jogadores, entre eles o astro Emmanuel Adebayor, parentes e amigos dos mortos se mostraram muito emocionados durante o enterro. Ocloo e Amelete não resistiram aos ferimentos após o ônibus que levava à seleção de Togo para Angola, que sedia a Copa Africana de Nações, ser metralhado na região de Cabinda no último dia 8.

A Frente de Libertação do Enclave de Cabinda-Forças Armadas de Cabinda (Flec-FAC) assumiu a autoria do atentado e prometeu novos ataques. Os jogos do grupo B, que, com a saída de Togo, conta apenas com Costa do Marfim, Burkina Faso e Gana, são disputados na cidade com clima de terror e segurança reforçada.

Além de Stanislas Ocloo e Abalo Amelet, mais nove pessoas se feriram no atentado. Entre elas está o goleiro reserva da seleção, Kodjovi Obilale, que passou por cirurgias e corre o risco de ficar paraplégico.

Comoção e revolta marcam o adeus a dois membros da delegação togolesa
Comoção e revolta marcam o adeus a dois membros da delegação togolesa
Foto: AP
Fonte: Terra
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