Os dez cartolas mais poderosos do futebol brasileiro
O ano de 2018 começa com expectativa crescente sobre os rumos do futebol brasileiro. Em crise intensa, a CBF pode ter nova eleição para presidente. Tudo isso em meio à Copa do Mundo da Rússia, em junho e julho. O Terra organizou uma lista com os dez dirigentes que iniciam a temporada com mais prestígio e poder entre seus pares, com base na opinião de vários deles e na movimentação de cada na rotina da cartolagem nacional.
Marco Polo Del Nero - Presidente afastado da CBF, suspenso pela Fifa, não goza mais do prestígio de outrora, mas ainda dita os rumos da entidade.
Marcus Vicente - É o vice mais discreto da entidade e tem o apoio de federações do Norte, Centro-Oeste e Sudeste numa eventual disputa pela sucessão na CBF.
Rogério Caboclo - Diretor de Gestão da CBF, é o homem de confiança de Del Nero na entidade. Mas não tem a simpatia de federações e clubes.
Ednaldo Rodrigues - Presidente da Federação de Futebol da Bahia, é o único dirigente do Nordeste que tem portas abertas em todas as regiões do País. Também é bem visto por clubes.
Eduardo Bandeira de Mello - O presidente do Flamengo é respeitado pelos seus pares, mas não conta com apoio de federações estaduais.
Andrés Sanchez - Na disputa para ser presidente do Corinthians, seu nome voltou a ser cogitado para suceder Del Nero. Tem livre trânsito entre vários clubes.
Manoel Flores - Do corpo de diretores da CBF, é o mais técnico e eficiente. Elogiado até por quem faz oposição à confederação.
Reinaldo Bastos - Presidente da Federação Paulista e diretor da CBF, tem o apoio dos clubes paulistas para concorrer à presidência da confederação.
Francisco Novelletto - Presidente da Federação de Futebol do Rio Grande do Sul, deverá contar no mínimo com uma vice-presidência da CBF na próxima eleição.
Carlos Eugênio Lopes - Diretor jurídico da CBF, tem status de dono da chave da caixa preta da entidade. Ninguém ousa mexer em seu departamento.